Neste post, eu havia dito que o Positivo Mobo é, na verdade, uma versão do Airis KIRA. Tirei essa conclusão porque as fontes que eu havia consultado davam essa impressão e, além disso, o Airis KIRA havia sido bastante citado em sites de informática da Europa e América Latina. No entanto, um leitor, o Eduardo Garcia, gentilmente entrou em contato comigo por e-mail para informar que, na verdade, o Airis KIRA era um tal de NohrTec Gecko. Diante dessa confusão, eu comecei a investigar melhor…
Tão logo fiz isso, um outro usuário fez um comentário semelhante no outro post (pena que de maneira totalmente arrogante e estúpida), o que me fez reforçar ainda mais essa pesquisa. Daà eu descobri que, na verdade, o brasileiro Positivo Mobo, o espanhol Airis KIRA, o (aparentemente) tailandês NohrTec Gecko e ainda outros, como o CTL IL1, o alemão One A120 Mini, o filipino Deep Blue H1 e o australiano Pioneer Dreambook Light IL1 são todos oriundos de um projeto só. Pelo o que consegui apurar, o desenvolvedor original desse UMPC o está licenciando em vários paÃses, para diferentes fabricantes. Foi nessa jogada que a Positivo entrou, assim como a espanhola Airis e as demais empresa.
Eu ainda não descobri quem é o desenvolvedor original e como esse trabalho de licenciamento está sendo feito, mas me parece que é algo relacionado à Via Technologies, porém, as informações são escassas e confusas demais para uma conclusão certeira. De qualquer forma, isso não invalida totalmente o que eu disse no outro texto, já que eu realmente esperava algo exclusivo da Positivo. Por outro lado, como tão bem disse outro leitor naquele texto, talvez desenvolver um projeto desse porte apenas para o Brasil não seja viável.
De qualquer forma, eu não encontrei crÃticas técnicas relevantes sobre o KIRA, sobre o Gecko e sobre os demais, o que demonstra que esse mini-notebook, independente de sua versão, tem lá suas qualidades, embora eu não possa afirmar isso porque ainda não o testei. Se essas expectativas se confirmarem e se o suporte ao Mobo por parte da Positivo for eficiente, talvez valha à pena pensar nesse dispositivo na hora de comprar um UMPC, mesmo porque há a questão do suporte local, da garantia, da adaptação ao português do Brasil, enfim.
Mesmo assim, eu ainda acho o Eee PC mais interessante, principalmente por ser um projeto maior, inovador, estável e por não causar esse tipo de confusão. Ah, e eu continuo torcendo para encontrar um projeto realmente original feito por uma empresa brasileira. Sonhar não custa nada, não? ![]()




A linha XPS também é composta de desktops e notebooks de alto desempenho e atraem, principalmente, jogadores. Apenas para você ter uma idéia, o Dell XPS 720, que é 


Em 2001, quando o InfoWester foi criado - meramente como um hobby, diga-se -, não imaginei que, 7 anos depois, o site teria a dimensão que tem. A responsabilidade de estar do lado de cá é imensa, mas esse é um desafio que eu e todas as pessoas que colaboram com o InfoWester encaram com o maior prazer. E é com o intuito de reforçar ainda mais o compromisso que temos com cada usuário que anuncio mais um canal de conteúdo no site: o
Acontece nos dias 1, 2 e 3 de maio (2008) a 12ª edição do 
“Fui mexer num script e levei horas para me achar nele. Estava uma bagunça, tudo amontoado, feio mesmo. Não tinha um único comentário para me ajudar. Os nomes de variáveis então? Era $a, $b, $tm, $cs… O que é um cs? É um caos, isso sim.”
A maioria das distribuições GNU/Linux atuais alcançou um grau de desenvolvimento que torna agradável a experiência do usuário com o sistema operacional. Em outras palavras, usar GNU/Linux hoje já não é como encarar um monstro de 7 cabeças, como era antigamente para muitas pessoas. Mesmo assim, alguns problemas resistem à ação do tempo, como é o caso dos drivers: muita gente tem dificuldades em fazer um determinado hardware funcionar no GNU/Linux por conta da inexistência de drivers adequados. A culpa, na maior parte do tempo, é dos fabricantes que focalizam seus esforços apenas no desenvolvimento de drivers para Windows. A 
O Rodrigo Ghedin, do 
Roubo de laptops é um problema que não atinge somente usuários de São Paulo e do Rio de Janeiro. É um fenômeno que acontece em todo o mundo, em maior ou menor escala. O que muita gente não sabe é que, em boa parte dos roubos, o ladrão não está interessado no portátil em si, mas nos dados armazenados nele. Informação é poder e vale dinheiro, meu amigo!