2011
20
out

HTC Ultimate: é o Windows Phone 7.5 chegando ao Brasil

Demorou, mas finalmente o Windows Phone 7.5 (outrora apelidado de “Mango”) chegou de maneira oficial ao Brasil. Hoje (20/10/2011), em São Paulo – SP, foi anunciado o smartphone HTC Ultimate, o primeiro do país a contar com esta plataforma. Se é o primeiro de muitos, ninguém sabe, mas não há dúvidas de que se trata de um aparelho capaz de brigar firme com o iPhone e smartphones Android mais recentes.

HTC Ultimate (divulgação)

HTC Ultimate (divulgação)

A primeira coisa que chama a atenção no HTC Ultimate é a sua gigantesca tela: 4,7 polegadas com resolução de 480×800 pixels. Pode não parecer muito, mas o Windows Phone 7.5 funciona perfeitamente bem nela. O componente não conta com Gorilla Glass, tecnologia que deixa a tela mais resistente, no entanto, de acordo com a HTC, tem proteção para diminuir as chances de danos.

Os demais itens do hardware não decepcionam:

  • Processador Qualcomm Snapdragon de 1,5 GHz (no Brasil, o padrão atual é 1 GHz);
  • 512 MB de memória RAM;
  • 16 GB para armazenamento interno de dados (expansível com cartões microSD);
  • Câmera traseira com 8 megapixels, LED duplo e sensor BSI para melhor captura em ambientes pouco iluminados;
  • Câmera frontal de 1,3 megapixels;
  • Bateria de 1.600 mAh.

A conectividade está dentro do esperado: Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 2.1, 3G, A-GPS e micro-USB. Não há, no entanto, a cada vez mais famosa tecnologia NFC (Near field communication), que permite ao usuário compartilhar dados com outro aparelho simplesmente aproximando ambos os dispositivos.

Visualmente, o aparelho é bonito e bem acabado. Mas o que chama mesmo a atenção é o fato de ser bastante fino: sua espessura é de 9,9 milímetros. Olhando-o, tem-se a impressão de que o HTC Ultimate é pesadão, mas não chega a tanto: possui 160 gramas, considerando a bateria.

Mais fotos:

www.flickr.com/photos/ealecrim/sets/72157627940787698

O resto é responsabilidade do Windows Phone 7.5. Trata-se, de fato, de um sistema operacional bonito, fácil de se usar e dotado de recursos muito interessantes. Se é melhor ou pior que o Android ou o iOS são outros quinhentos, mas a integração com a rede Xbox LIVE, o Office 365, as ferramentas de acesso às redes sociais, os aplicativos de áudio e vídeo, entre outros, se destacam bastante.

Um vídeo do HTC Ultimate em ação:

www.youtube.com/watch?v=QsSKlB0476k

Só é uma pena o fato de, pelo menos no momento, não ser possível aproveitar todo o potencial do Windows Phone: as ferramentas do Bing, por exemplo, que estão integradas ao sistema, não funcionam plenamente no Brasil, e não há previsão para que isso melhore (para a felicidade do Google).

Agora vem o verdadeiro “balde de água fria”: o preço (pra variar). O HTC Ultimate está sendo lançado, inicialmente, pela Vivo. Seu valor em um plano pré-pago é de 1.799 reais. Em planos pós-pagos custa menos: o pacote mostrado pela operadora faz o aparelho custar 10 parcelas de 114,90 reais mais 111 reais de mensalidade, com franquia de 100 minutos de ligação e míseros 50 MB de internet.

Mais informações no site da HTC.

Emerson Alecrim

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2011
13
set

BUILD 2011 mostra mais detalhes do Windows 8

Será que a Microsoft finalmente conseguiu reinventar o sistema operacional mais utilizado do mundo? Aparentemente, sim. Hoje (13/09/2011), durante o primeiro dia do BUILD 2011, evento realizado na Califórnia, Estados Unidos, Steven Sinofsky (saúde), presidente da divisão de Windows e Windows Live da Microsoft, mostrou mais detalhes do Windows 8. E quer saber? O futuro sistema operacional da Microsoft empolga!

Tela do Windows 8 – Imagem por Microsoft

Tela do Windows 8 – Imagem por Microsoft

O Windows 8 é um projeto importantíssimo porque posiciona a Microsoft na “era pós-PC”. Não se trata simplesmente de uma migração dos desktops para os tablets, por exemplo, mas sim da entrada de novas tecnologias no cotidiano das pessoas. Isso significa que teclado e mouse perderão espaço para telas sensíveis ao toque, ações realizadas por aproximação, interação com outros dispositivos, entre outros, processo este que, na verdade, já começou.

A Microsoft parece ter entendido o recado e o Windows 8 é a prova disso. Trata-se de um sistema operacional com potencial para atender a esta nova realidade sem, no entanto, fazer vista grossa para o passado.

Tal como todo mundo já deve estar sabendo, a primeira mudança está na interface. Menu Iniciar, janelas, ícones, botões para minimizar e maximizar, barra de tarefas, enfim, tudo isso continua lá, mas deixará de ser prioridade para dar espaço a uma ambiente otimizado para o controle tátil. A nova interface, chamada de Metro, será capaz de lidar tanto com aplicações que utilizam toques na tela –  rodando em tablets ou monitores touchscreen, por exemplo – quanto com os tradicionais programas criados para serem manipulados com teclado e mouse.

Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft

Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft

A interface Metro também será capaz de se adaptar ao tamanho da tela. Não se trata de esticar ali, reduzir aqui, mas sim de exibir o conteúdo de maneira mais inteligente. Com isso, em telas maiores, o Windows 8 poderá exibir mais recursos de um determinado aplicativo; em telas menores, apenas o que for mais importante.

Internet Explorer 10 (Preview) rodando no Windows 8 – Imagem por Microsoft

Internet Explorer 10 (Preview) rodando no Windows 8 – Imagem por Microsoft

O desempenho também chama a atenção. Pelo menos na demonstração feita no BUILD 2011, foi possível perceber que o Windows 8, em sua atual fase, consome menos recursos de hardware que o Windows 7. É uma questão de bom senso, na verdade: se considerarmos os tablets, veremos que estes são mais “humildes” no que se refere às especificações de hardware, portanto, um sistema operacional pensado para dispositivos móveis precisa obrigatoriamente levar este aspecto em consideração. Ah, e não podemos esquecer do boot, que ficará muito mais rápido.

A tela de login também mudou. O velho ritual de clicar no seu usuário (ou digitá-lo) e depois informar a senha poderá ser substituído por um esquema onde a pessoa realiza um determinado movimento de toque na tela.

Os aplicativos também ganharam atenção da Microsoft (pudera, seria burrice se não o fizesse): a empresa disponibilizará uma loja chamada Windows Store. Ainda não há detalhes sobre esta novidade, mas é claro que desenvolvedores poderão tentar obter fortunas vender software por lá.

Os programas poderão ser desenvolvidos em várias linguagens, como HTML5, C e C#, mas a interface será padronizada na combinação XAML + HMTL/CSS, medida que deverá ter efeito positivo no desempenho do sistema. Também haverá padrões de comunicação entre os aplicativos: um determinado programa poderá utilizar o resultado de uma ação realizada por outro, poupando recursos de processamento e desenvolvimento, além de gerar mais praticidade ao usuário.

Miniaturas de fotos no Windows 8 – Imagem por Microsoft

Miniaturas de fotos no Windows 8 – Imagem por Microsoft

E há muitas outras novidades. O melhor de tudo é que já é possível testá-las: a Microsoft liberou para download a versão Windows 8 Developer Preview, que pode ser baixada gratuitamente em msdn.microsoft.com/en-us/windows/home. Como o nome indica, trata-se apenas de uma prévia do sistema, passível de muitos erros, portanto, sua instalação deve ser feita apenas para testes, não para uso contínuo 😉

Emerson Alecrim

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2011
16
ago

Microsoft cria blog para tratar do Windows 8

No mês de junho (2011), a Microsoft mostrou uma prévia do que pode vir a ser o Windows 8, sistema operacional que está sendo desenvolvido com foco em dispositivos com tela sensível ao toque, como tablets ou monitores equipados com esse recurso (embora possa rodar também em PCs “normais”). Para mostrar a continuidade deste trabalho, a Microsoft acaba de criar um blog sobre o Windows 8, disponibilizando inclusive uma versão em português do Brasil (e em outros idiomas):

É interessante acompanhar as notícias sobre o desenvolvimento do Windows 8 porque esta versão deve representar um verdadeiro “redesenho” da plataforma: apesar de o Windows 7 ser bastante diferente do Windows 95, por exemplo, o padrão de usabilidade de ambos é bastante parecido, assim como nas versões lançadas entre ambos. Não é por menos que a própria Microsoft afirma que “o Windows 8 reinventa o Windows”.

Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft
Tela inicial do Windows 8 – Imagem por Microsoft

Embora a construção do Windows 8 ainda esteja nos primeiros passos, a Microsoft sabe que as mudanças propostas por este sistema precisam ser entendidas por criadores de software. Logo, ao tratar do assunto desde já, não somente com blogs, mas também com eventos – o Windows 8 será abordado na conferência BUILD, que acontece em setembro, por exemplo –, a empresa tenta fazer com que desenvolvedores de software comecem a se acostumar com a ideia.

Na verdade, com o blog e outras iniciativas de divulgação, a Microsoft tenta atender a expectativas não só de desenvolvedores, mas também de usuários – sejam eles corporativos ou entusiastas –. Em seu primeiro post, a empresa reconhece que tem gerado insatisfação por, até o momento, ter revelado pouco sobre o Windows 8, mas esclarece que esta atitude é uma forma de evitar o risco de prometer, mas não cumprir: “sem dúvida, aprendemos com as lições do passado sobre os riscos de falar sobre os recursos antes de estamos seguros de nossa capacidade de executá-los”.

Além do blog, a Microsoft criou também criou a conta @BuildWindows8 no Twitter para divulgar as últimas novidades sobre o assunto.

No vídeo abaixo, é possível conferir a prévia do Windows 8 apresentada em junho:

Emerson Alecrim

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2011
15
ago

Pelo bem do Android: Google anuncia aquisição da Motorola Mobility

AndroidPor essa ninguém esperava! Nas primeiras horas de hoje (15/08/2011), ambas as empresas trataram de anunciar o negócio: o Google irá adquirir a Motorola Mobility por cerca de 12,5 bilhões de dólares! Mas o objetivo da compra não é o de fazer o Google entrar de cabeça na produção de aparelhos móveis, não, mas sim o de preservar a plataforma Android. Pelo menos é o que a empresa de Mountain View afirma.

Companhias como Google, Oracle, Apple e Microsoft são personagens de um recente embate envolvendo patentes. Estas duas últimas companhias inclusive se uniram para adquirir mais de 6 mil patentes da Nortel relacionadas a tecnologias de mobilidade, o que poderia prejudicar a plataforma Android. O Google respondeu comprando mais de mil patentes da IBM, mas o seu poder de reação foi demonstrado pra valer hoje, com a aquisição da divisão de dispositivos móveis da Motorola: o negócio colocará nas mãos do Google cerca de 14,6 mil patentes já registradas pela fabricante, além de outras 6,7 mil que estão em processo de registro.

É claro que um negócio como esse coloca em dúvida a relação que o Google mantém com empresas que utilizam Android em seus produtos: companhias como Samsung, LG, HTC e Sony Ericsson passariam então a ver o Google como um rival depois da aquisição? O próprio Google tratou de divulgar declarações de representantes destes parceiros dando parecer favorável ao negócio.

Não é difícil compreender o porquê. A Apple se tornou extremamente forte no segmento móvel por causa do iPhone e, mais recentemente, do iPad. São produtos que vendem não só por serem sofisticados, mas também por levar em consideração a experiência do usuário. Com isso, o Android acabou sendo a salvação para as demais companhias, capazes de desenvolver aparelhos bastante avançados, mas sem um sistema operacional que pudesse ter tanta aceitação quanto a plataforma iOS, da Apple.

Se a compra da Motorola Mobility representa garantias consideráveis para a plataforma Android, é de se esperar que companhias parceiras aprovem a iniciativa. De qualquer forma, o Google tratou de tomar os devidos cuidados: deixou claro que vai manter o Android como um projeto aberto e administrará a Motorola Mobility como um negócio independente.

Mas, o que Google ganha com o Android, se esta é uma plataforma aberta – portanto, não rentável diretamente com licenciamento – e se a empresa não pretende se envolver com a fabricação de aparelhos? Há, certamente, mais de uma resposta para isso, mas o fato é que a plataforma Android ajuda e muito na popularização dos serviços que levam a marca Google.

O interessante é que a notícia da aquisição da Motorola Mobility representa apenas uma batalha, não o desfecho de uma guerra. Há, por exemplo, expectativas de que a Microsoft reaja também com uma aquisição, com a Nokia sendo uma forte candidata. Nos resta aguardar os próximos capítulos.

Referências: Official Google Blog, Ars Technica, Motorola.

Emerson Alecrim

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2011
28
jun

Nas nuvens: Office 365 é lançado em 38 países

Office 365Sai o modelo tradicional, onde é necessário comprar uma licença para cada computador, e entra o modelo SaaS (Software as a Service), isto é, software como serviço, onde a licença é cobrada por usuário, mensalmente, em um esquema de assinatura. Estou falando do Office 365, lançado oficialmente hoje (28/06/2011) em 38 países.

É a Microsoft colocando de vez um de seus principais produtos, o Office, no âmbito da cloud computing. O primeiro passo já foi dado com o Office 2010, que possui integração com as nuvens, mas a novidade utiliza esse conceito mais a fundo. A ideia é a de que o usuário possa acessar ferramentas como Word, Excel e PowerPoint a partir de qualquer computador, utilizando apenas o navegador de internet. O usuário ainda pode compartilhar seus documentos, editá-los de maneira colaborativa com outras pessoas e assim por diante.

Excel no Office 365

Excel no Office 365 – Imagem por Microsoft

Para que possa atender a diferentes níveis de usuários e empresas, a Microsoft disponibilizou o Office 365 em versões. Há, basicamente, duas: uma para profissionais e pequenas empresas, outra para negócios de médio e grande porte.

No primeiro caso, o plano custa 6 dólares por usuário e dá direito às funcionalidades básicas de edição das ferramentas do pacote e a recursos como 25 GB para armazenamento de arquivos, compartilhamento via SharePoint On-line, controle de e-mails pelo Exchange Online, calendário, conferências e mensagens instantâneas, entre outros. Os planos para empresas de médio e grande porte, por sua vez, possuem preços que vão de 10 a 27 dólares mensais por usuário, valores que variam conforme os recursos contratados.

O Office 365 chega para fazer frente ao Google Apps, que lidera a oferta de ferramentas de escritório na internet. Para conseguir quebrar essa hegemonia, a Microsoft aposta na popularidade que a linha Office tem e no aspecto da funcionalidade: de fato, o Office 365 se comporta de maneira muito semelhante às suas versões para desktops.

É cedo para sabermos se a estratégia da Microsoft dará certo, mas o Google tratou de responder logo e de um maneira provocativa: a empresa publicou no Official Google Enterprise Blog um post de nome 365 reasons to consider Google Apps (365 motivos para utilizar o Google Apps), onde ataca os principais “pontos fortes” do Office 365 dizendo, por exemplo, que o pacote da Microsoft é para uso individual, não para grupos, e que a suíte possui uma variedade exagerada de planos.

De fato, o que eu considero como um ponto fraco da Microsoft é o fator “confusão”. Além da variedade de planos do Office 365 (fenômeno que encontramos em outros produtos da companhia, como a família Windows), a Microsoft possui o Office Web Apps. São iguais? São diferentes? São “iguais, mas diferentes”? Bom, o primeiro, dotado de muito mais recursos, é um conjunto de soluções nas nuvens, enquanto que o segundo possui, essencialmente, ferramentas com funcionalidades básicas de edição, podendo inclusive ser acessado pelo Office 365. A Microsoft poderia tentar simplificar as coisas, não?

De qualquer forma, o Office 365 possui plenas condições de fazer frente ao Google Apps. E isso é bom: como todo mundo já está cansado de saber, com concorrência, quem sai ganhando é o usuário.

A disponibilização do Office 365 não inclui o Brasil. De acordo com a filial da Microsoft no país, isso deverá acontecer na segunda onda de lançamento, ainda sem previsão de data. Mais informações no seguinte link (em inglês): www.microsoft.com/en-us/office365.

Emerson Alecrim

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2011
03
jun

Windows Intune: para gerenciar computadores a partir das nuvens

A Microsoft começou o mês de junho com um lançamento interessante para o segmento corporativo: o Windows Intune. Não, não se trata de uma nova versão de seu sistema operacional, mas sim de uma plataforma que permite a uma empresa gerenciar seus computadores a partir das “nuvens”.

Quando eu falo de gerenciar, me refiro aos vários procedimentos que comumente fazem parte da rotina dos departamentos de TI: atualizar antivírus, instalar atualizações de software, fazer inventários de máquinas, obter relatórios, utilizar acesso remoto para prestar suporte a um usuário, aplicar diretivas de segurança (forçar o usuário a trocar de senha a cada três meses, por exemplo), entre outros.

Painel de controle do Windows Intune

Painel de controle do Windows Intune: à esquerda, é possível acessar atualizações de software, diretivas, controle de licenças, entre outros – Imagem por Microsoft

O Windows Intune permite tudo isso de maneira facilitada, já que se trata de uma solução baseada nas nuvens, como eu disse no início do texto. Isso significa que o painel de controle que dá acesso a todos os recursos de gerenciamento pode ser acessado de qualquer lugar a partir do navegador de internet (é necessário ter Silverlight). Com isso, o administrador de sistemas pode, por exemplo, ser avisado por e-mail sobre um problema de segurança e executar a ação necessária a partir da sua casa.

É possível também gerenciar computadores “móveis”. Por exemplo: se a empresa possui uma equipe de consultores que precisa viajar constantemente para visitar clientes, pode prestar suporte a estes usuários ou verificar as condições de segurança de seus notebooks de onde quer que eles estejam, bastando uma conexão à internet para isso.

O licenciamento também é diferente: a Microsoft cobra mensalmente 11 dólares para cada computador gerenciado, fazendo com que a novidade seja especialmente interessante a empresas de pequeno e médio porte que não querem ou não podem gastar com servidores e outras soluções mais complexas. Este valor inclui uma licença de upgrade de cada PC para o Windows 7 Enterprise, uma versão mais apropriada para uso corporativo. Além disso, inclui também atualizações de antivírus, que são baseadas no Microsoft Security Essentials e no Forefront.

Controle de segurança no Windows Intune

Controle de segurança dos computadores a partir do Windows Intune

O Windows Intune me pareceu deveras interessante porque eu trabalhei por muito tempo em departamentos de TI e sei como automatizar tarefas no gerenciamento de computadores é uma missão importante, não só para diminuir gastos com manutenção, mas também para permitir que os usuários tenham suas máquinas disponíveis por mais tempo.

Também por ter trabalhado com isso é que acho uma pena o Windows Intune não funcionar com softwares de terceiros: se, por exemplo, sua empresa utilizar uma solução de antivírus de outro desenvolvedor, não poderá atualizar as definições de segurança do programa a partir da plataforma da Microsoft. Mas, de acordo com Paula Bellizia, diretora de marketing da companhia, a Microsoft poderá trabalhar em conjunto com outras companhias de software caso perceba que essa é uma necessidade de seus clientes.

Bom, se estiver interessado e quiser obter mais informações sobre o Windows Intune, basta visitar o site www.windowsintune.com.br.

Emerson Alecrim

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