Como fazer uma compra segura pela internet

Introdução

Motivos para comprar pela internet não faltam: não há filas enormes para pagar; dá para pesquisar pelo melhor preço rapidamente; você pode comprar no horário que quiser; é mais fácil encontrar o item que você precisa; entre outros.

Mas, se certos cuidados não forem tomados, o uso do comércio eletrônico pode se transformar em "dor de cabeça". Mas não se preocupe: seguindo as dicas de segurança que eu, Emerson Alecrim, mostro a seguir, as chances de você ter problemas com compras online caem bastante.

Vamos lá? Se quiser, vá direto a uma das dicas nos links abaixo:

1. Compare preços antes de comprar
2. Verifique se a loja online informa CNPJ, telefone e endereço
3. Desconfie de preços muitos baixos
4. Prazo de entrega muito longo ou não informado? Cuidado!
5. Pesquise sobre a reputação da loja
6. Verifique se a loja online oferece ambiente seguro
7. É para presente? Compre com muita antecedência
8. Se informe bem sobre as características do produto antes de fechar a compra
9. Dê preferência a lojas que oferecem vários recursos em seu site
10. Cuidado com ofertas de garantia estendida
11. Direito ao arrependimento de compra e à devolução do produto
12. Condições de uso e políticas de privacidade também são importantes
13. Não guarde os dados do seu cartão de crédito para compras futuras
14. Evite fazer compras a partir de computadores públicos ou redes Wi-Fi abertas
15. Cuide da segurança do seu computador, celular ou tablet
16. Compras internacionais requerem atenção redobrada
17. Cuidados com sites de compras coletivas e cupons de descontos
18. Se o preço estiver claramente errado, não tente tirar proveito
19. Cuidado com ofertas por e-mail, SMS, WhatsApp e redes sociais (SPAM)
20. Fuja de produtos "xing-ling"
21. Cuidado com "lojinhas" nas redes sociais
22. Marketplaces estão na moda; muita atenção com eles

1. Compare preços antes de comprar

Assim como nas lojas de “tijolo e cimento”, determinado produto pode ter preços que variam bastante de um site de comércio eletrônico para outro. Por isso, é importante recorrer a serviços como Google Shopping e Zoom para pesquisar preços. Em muitos desses serviços, você também pode obter a opinião de outros compradores com relação ao produto e conhecer a avaliação da loja em vários quesitos, como prazos de entrega, suporte pós-venda e política de devolução.

2. Verifique se a loja online informa CNPJ, telefone e endereço

A não ser que você esteja comprando de pequenos vendedores que usam plataformas de marketplace (uma espécie de "shopping online") ou redes sociais para comercializar seus produtos, evite lojas online que não revelam CNPJ, endereço físico e número de telefone.

Essas informações são obrigatórias. Assim, se um site de comércio eletrônico atuante no Brasil não estiver seguindo a lei, é recomendável não seguir com a compra, mesmo que os preços sejam atraentes.

A lógica aqui é simples: se a loja não oferece informações básicas de contato e oculta detalhes de suas operações, as chances são consideravelmente grandes de haver alguma coisa erra ali.

Botão comprar - imagem ilustrativa

3. Desconfie de preços muitos baixos

Se você quer comprar o último modelo do iPhone e sabe que o preço médio desse produto no Brasil é, vamos supor, de R$ 4.000, não faz sentido encontrá-lo à venda por R$ 1.500 ou R$ 2.000. Por esse motivo, desconfie imediatamente de ofertas muito generosas, mesmo que anunciadas como promoção.

É necessário levar em conta que o preço de um produto sofre influência de vários fatores, como custo de fabricação, impostos e gastos com logística. Logo, uma oferta muita generosa resultaria em prejuízo para a loja e, como você sabe, nenhum negócio existe para dar prejuízo.

Por isso, tome bastante cuidado ao se deparar com preços muito abaixo daqueles praticados pelo mercado. No fim das contas, você pode acabar adquirindo um produto falsificado ou de procedência ilegal e, portanto, sem garantia ou suporte do fabricante. Além disso, os riscos de você ser vítima de fraude e nunca receber o produto são consideravelmente grandes.

4. Prazo de entrega muito longo ou não informado? Cuidado!

Você está olhando uma categoria de produtos — por exemplo, aparelhos de Blu-ray —, quando percebe que determinado item está com prazo de entrega de 30 dias enquanto os demais têm este período fixado entre 10 e 15 dias úteis. Cuidado: isso pode ser um sinal de que a empresa não possui o item em estoque e provavelmente tentará obtê-lo junto a um fornecedor.

Se você conhece os serviços da loja, a considera confiável e não tem pressa, vá em frente. Do contrário, tente comprar o produto em outro site, mesmo que o preço seja um pouco maior, pois a loja pode superar o prazo ou simplesmente não conseguir encontrar o item.

Fique atento também quando o prazo de entrega não é informado ou é confuso, uma vez que a loja tem obrigação de dar essa informação de maneira clara. Pode ser que o prazo aumente um pouco no momento de fechamento do pedido por conta da forma de pagamento escolhida, especialmente se esta for boleto bancário. Mas, se no término da compra o prazo aumentar muito — de dez dias para quatros semanas, por exemplo —, pode haver algum problema na loja ou até má fé.

5. Pesquise sobre a reputação da loja

Preço e prazo de entrega não são os únicos fatores que devem ser considerados nas compras online. É importantíssimo pesquisar sobre a qualidade de atendimento e idoneidade da loja antes de fechar a compra.

Para isso, você pode procurar opiniões a respeito da empresa no Google, na página da loja no Facebook, em fóruns e assim por diante.

Há um site que ajuda bastante nessa tarefa: o Reclame Aqui. Trata-se de um serviço que registra reclamações sobre empresas das mais diversas áreas. Assim, você pode verificar no site quais reclamações há contra determinada loja online e se a empresa fornece retorno satisfatório para as queixas.

Caso o número de reclamações não solucionadas seja grande, é recomendável fazer compras em outro lugar.

Dica extra: também vale a pena recorrer ao Procon-SP. A entidade mantém uma lista de sites brasileiros de comércio eletrônicos que devem ser evitados a todo custo.

6. Verifique se a loja online oferece ambiente seguro

Procure no site da empresa por selos como “Internet Segura” e “Site Seguro”. Essas informações indicam que a loja toma medidas de seguranças para lidar com as informações dos clientes. Na hora de fechar uma transação, você também deve observar se o navegador de internet exibe o ícone de um cadeado na parte inferior ou na barra de endereços. O símbolo indica o uso de um certificado digital SSL (Secure Socket Layer), importante recurso de segurança.

Cadeado de segurança em site de comércio eletrônico
"Cadeado" de segurança em site de comércio eletrônico

7. É para presente? Compre com muita antecedência

Se você vai presentear alguém, geralmente tem prazo para isso: uma data de aniversário, o feriado de Natal e assim por diante. Se você pretende comprar o presente pela internet, deve fazê-lo com o máximo de antecedência para não correr o risco de a entrega ser feita depois da data limite.

Isso pode acontecer por vários motivos: o pedido ser extraviado antes de chegar à sua casa; a confirmação de pagamento demorar; temporais impossibilitarem a entrega na sua região dentro do período previsto; entre outros.

Comprando com antecedência, haverá mais meios para resolver problemas do tipo a tempo, mesmo que a solução seja comprar o presente em outro lugar e pedir a devolução do valor pago.

8. Se informe bem sobre as características do produto antes de fechar a compra

Ao comprar pela internet, você não tem o benefício de testar pessoalmente o produto, tal como acontece nas lojas físicas. Por isso, é importante se informar sobre todas as características do item ou serviço antes de comprá-lo. Eis alguns aspectos que as pessoas costumam não observar:

  • Tipo de tomada ou voltagem;
  • Uso de pilhas ou bateria;
  • Dimensões físicas (especialmente na compra de móveis);
  • Acessórios que acompanham o produto;
  • Combinação de cores;
  • Requisitos para o produto funcionar.

Os fatores, é claro, variam conforme o tipo de produto. Mas, via de regra, o consumidor deve verificar não só as características disponíveis na página da loja, mas também as informações fornecidas pelo fabricante em seu site, quando possível. Pesquisar por opiniões e reviews a respeito do produto também é uma boa ideia.

9. Dê preferência a lojas que oferecem vários recursos em seu site

Na internet, o cliente não pode verificar o produto "ao vivo", portanto, a loja online deve oferecer o máximo possível de recursos para facilitar a decisão de compra. Para diminuir as chances de frustração, dê preferência às lojas que têm esse tipo de preocupação. Elas oferecem, por exemplo:

  • Chat para esclarecimento de dúvidas;
  • Fotos detalhadas do produto ou até vídeos;
  • Descrições detalhadas de produtos;
  • Informações claras sobre prazos de entrega, pagamentos, frete, entre outros;
  • Espaço para que os clientes opinem sobre produtos;
  • Organização de categorias e navegação fácil;
  • Interação em redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, etc);
  • Opções variadas de pagamento;
  • Programa de fidelidade ou cashback.

Note que o comércio eletrônico não é obrigado a oferecer cada um desses recursos, mas é de se esperar que boa parte deles faça parte da estrutura da loja. Quando a empresa se preocupa em facilitar a decisão de compra do consumidor, demonstra conduzir o negócio com bastante seriedade.

10. Cuidado com ofertas de garantia estendida

É comum o e-commerce brasileiro oferecer garantia estendida para determinados produtos mediante acréscimo no valor da compra. Tome cuidado: essa opção não deve estar marcada por padrão no pedido de compra — se estiver, pode existir ali "venda casada", prática proibida no Brasil.

Se você quiser usufruir da garantia estendida, deve se atentar bastante às suas condições. Isso porque, normalmente, esse recurso é uma espécie de seguro, não sendo coberto diretamente pela loja ou fabricante do produto. Como tal, pode haver uma série de limitações contratuais.

11. Direito ao arrependimento de compra e à devolução do produto

Por lei, o consumidor que faz compras pela internet tem o direito de se arrepender da compra no prazo de até sete dias (corridos) após o recebimento do produto ou da assinatura do contrato, desde que a solicitação seja devidamente formalizada. A loja deve fornecer informações claras para tanto e devolver todo o valor pago pelo usuário em tempo hábil.

Caso o produto já tenha sido entregue, a devolução não pode ser impedida sob o argumento de que o procedimento não é feito depois de o pacote ter sido aberto.

12. Condições de uso e políticas de privacidade também são importantes

Um serviço de comércio eletrônico sério disponibiliza as condições de uso do site, assim como as políticas de privacidade. É importante se atentar a esses detalhes porque eles tratam de como as suas informações são utilizadas. Por exemplo: será que, ao se cadastrar na loja, você não estará automaticamente concordando em receber ofertas indesejadas de empresas parceiras por e-mail?

13. Não guarde os dados do seu cartão de crédito para compras futuras

Há lojas online que permitem ao cliente guardar em seu cadastro os dados do cartão de crédito para compras futuras. É recomendável não fazer isso: se a loja ou a sua conta for invavida, terceiros poderão usar esses dados para fazer compras indevidas em seu nome.

Não dê bobeira com o cartão de crédito
Não dê bobeira com o cartão de crédito

Para compras à vista, utilizar boleto bancário pode ser uma opção mais interessante. O prazo de entrega para essa forma de pagamento costuma ser um pouco maior, por outro lado, o consumidor informa menos dados pessoais e, não raramente, obtém desconto no valor final do pedido.

Mais sobre como evitar fraudes online envolvendo cartão de crédito aqui.

14. Evite fazer compras a partir de computadores públicos ou redes Wi-Fi abertas

Sempre que possível, faça as suas compras a partir de computadores próprios. Computadores públicos (de uma lan house ou faculdade, por exemplo) podem não ter recursos de segurança importantes, como atualizações de sistema operacional e antivírus, havendo mais chances de existir ali malwares capazes de capturar informações pessoais, como login, senhas e número de cartão de crédito.

Compras a partir de redes Wi-Fi abertas ou públicas também devem ser evitadas. Frequentemente, você não sabe quem controla essas redes, assim, o risco de dados confidenciais serem interceptados a partir delas é maior.

15. Cuide da segurança do seu computador, celular ou tablet

De nada adianta fazer compras online a partir de equipamentos próprios se estes tiverem problemas de segurança. Lembre-se de que, ao se cadastrar em uma loja ou efetuar uma transação, você está fornecendo informações sigilosas, portanto, deve ter alguns cuidados, entre eles:

  • Manter seu sistema operacional e softwares (principalmente navegadores) atualizados;
  • Usar um antivírus e não se esquecer de também mantê-lo atualizado;
  • Ter cuidado com links, sites e e-mails falsos que direcionam para arquivos maliciosos.

Você pode conferir mais dicas de segurança online aqui.

Comprar em dispositivos móveis também requer atenção
Comprar em dispositivos móveis também requer atenção

16. Compras internacionais requerem atenção redobrada

Fazer compras em sites estrangeiros é outra comodidade do e-commerce. As vantagens estão em adquirir produtos que não podem ser encontrados no Brasil ou que até podem, mas com preços muito elevados. Mas, antes de optar por um serviço do tipo, é necessário considerar alguns aspectos:

- quase todos os produtos importados são taxados pelo governo. O valor dos impostos mais a taxa de frete podem fazer o preço final do produto ser mais caro que no Brasil;

- o prazo de entrega costuma ser grande, afinal, a encomenda vem de outro país;

- dependendo do produto, pode não haver assistência técnica no Brasil;

- é relativamente fácil encontrar réplicas ou produtos falsos em sites estrangeiros, por isso, preste atenção em todas as características do produto;

- em caso de problemas com a compra, os órgãos de defesa do consumidor brasileiros pouco ou nada podem fazer para te ajudar.

Para facilitar a compra e diminuir os riscos de fraude, é recomendável fazer a transação a partir de serviços como o PayPal, que permitem o uso de cartão de crédito internacional nas compras sem que, no entanto, o lojista obtenha os dados deste.

17. Cuidados com sites de compras coletivas e cupons de descontos

Sites de compras coletivas e cupons podem ser uma forma interessante de conseguir descontos em produtos ou serviços. Mas sites do tipo também requerem cuidados, entre eles:

- a loja deve informar claramente as condições de uso do cupom, como período de uso e validade ou não para datas comemorativas. Você, na condição de consumidor, deve prestar atenção em todas elas;

- verifique se há taxas extras que possam diminuir as vantagens da oferta, como cobrança de entrega de cupom;

- pesquise sobre o fornecedor do serviço ou produto para saber se há reclamações excessivas ou não resolvidas contra a empresa. Se houver, não use o cupom, por mais vantajoso que lhe pareça;

- sites de compras coletivas e descontos costumam oferecer preços atraentes, mesmo assim, é recomendável desconfiar de ofertas extremamente vantajosas.

18. Se o preço estiver claramente errado, não tente tirar proveito

Por falha humana ou erro de sistema, uma loja online pode colocar um preço muito baixo para determinado produto. Geralmente, é possível saber quando isso está acontecendo porque a notícia se espalha muito rápido, especialmente nas redes sociais e WhatsApp.

Se isso acontecer, não tente tirar proveito. Há vários casos no Brasil de consumidores que fizeram compras nessas circunstâncias, tiveram o pedido cancelado pela loja e, ao recorrerem à Justiça, perderam o processo pelo fato de o juiz ter considerado o ato como má fé.

19. Cuidado com ofertas por e-mail, SMS, WhatsApp e redes sociais (SPAM)

Se você recebeu uma promoção por e-mail, SMS, WhatsApp e afins de uma loja da qual você não é cliente (ou é, mas você não autorizou o envio de mensagens do tipo), não faça a compra: você está diante de um SPAM.

Essa prática é deveras prejudicial e, ao aceitá-la, você estará incentivando a sua continuidade. Além disso, as chances de que você se torne vítima de golpes online ao fazer compras a partir dessas mensagens são consideravelmente grandes.

Estenda esse cuidado às redes sociais. Muitas das promoções ou ofertas que aparecem nesses serviços são geradas por contas falsas ou empresas de reputação duvidosa.

Saiba mais sobre os cuidados com SPAM aqui.

20. Fuja de produtos "xing-ling"

A oferta de itens de marcas desconhecidas ou que imitam produtos famosos — como o iPhone — é muito alta no Brasil. Quase sempre, esses itens têm qualidade duvidosa e a sua venda não é permitida no país, indicando que a loja que o comercializa pode ter atividades irregulares e, portanto, prejudiciais ao consumidor. Assim, não corra riscos: evite esse tipo de produto.

21. Cuidado com "lojinhas" nas redes sociais

Redes sociais como Facebook e Instagram são cada vez mais usadas para venda e compra de produtos. Se por um lado essa prática incentiva pequenos negócios, por outro, são um prato cheio para criminosos e golpistas.

Tome cuidado, portanto:

  • Pesquise pela loja no Google e na própria rede social; se encontrar poucas informações ou referências negativas, evite a compra;
  • Dê preferência a lojas indicadas por amigos e conhecidos ou que foram bem avaliadas por outros usuários na rede social;
  • Quantidade de seguidores não é atestado de qualidade; perfis podem ser "inflados" com artifícios diversos;
  • Produto com preço muito baixo? Como já dito neste texto, desconfie;
  • Não compartilhe seu número de cartão de crédito por chat ou e-mail; prefira pagamentos intermediados por serviços como PayPal e PagSeguro;
  • É uma boa ideia ler os comentários das postagens do perfil da loja, mas cuidado: muitas vezes, as reclamações de clientes podem simplesmente ser apagadas em vez de solucionadas.

22. Marketplaces estão na moda; muita atenção com eles

Marketplaces são cada vez mais em comuns, principalmente em grandes lojas online. Esse tipo de serviço funciona como um shopping virtual para que outros lojistas, geralmente de porte pequeno ou médio, vendam seus produtos em plataformas muito conhecidas.

Geralmente, você identifica um produto de marketplace quando a loja online em que você está exibe dizeres como "vendido e entregue por".

Comprar em marketplace costuma ser seguro, mas é bom seguir alguns cuidados:

  • Pesquise pela loja que vende o produto e evite a compra se a empresa tiver avaliações ruins ou poucas informações sobre seu negócio (como ausência de CNPJ e telefone);
  • Observe bem o prazo de entrega: não é raro que, em marketplaces, o prazo seja grande;
  • Pesquise para saber se a loja principal é proativa na resolução de problemas com marketplace. Ela deve se responsabilizar se a loja do marketplace não entregar o produto ou não respeitar o prazo de entrega, por exemplo.

Conclusão

Apesar de todos os cuidados, problemas podem ocorrer, por isso, é importante conhecer os seus direitos. O Código de Defesa do Consumidor é bastante rigoroso. Além disso, há várias entidades de auxílio e orientação ao consumidor, entre elas, o Procon (o link aponta para o Procon de São Paulo, mas há unidades em todo o Brasil), o IDEC e o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Reserve algum tempo para consultar esses sites, pois consumidor bem informado é consumidor respeitado.

Não se esqueça de guardar e-mails emitidos pelas lojas, comprovantes de pagamento, notas fiscais, comunicados ou qualquer outro documento referente às suas compras. Esses itens comprovam o compromisso assumido pela empresa com você e podem ser úteis em reclamações e processos judiciais.

No mais, boas compras ;-)

Publicado em 03_09_2010. Atualizado em 09_09_2019.

Emerson Alecrim Autor: Emerson Alecrim
Graduado em ciência da computação, produz conteúdo sobre tecnologia desde 2001. É aficionado por TI, comunicação, ciência e cultura geek.
TwitterInstagramLinkedIn