Google Apps ganha loja de aplicativos

O Google parece mesmo disposto a investir em computação nas nuvens. Prova disso é o recém-lançado Google Apps Marketplace, serviço on-line onde clientes do Google Apps poderão comprar aplicativos dos mais diversos tipos para melhorar a execução de suas atividades.

Google Apps Marketplace
Google Apps Marketplace

Em sua estreia, o Google Apps Marketplace conta com aplicativos de mais de 50 desenvolvedores diferentes e está aberto a novos projetos, portanto, é uma oportunidade para quem já tem ou pretende criar um negócio de software. Nessa parceria, o Google fica com 20% da receita com as vendas e os desenvolvedores levam os 80% restantes (só para efeitos comparativos, essa proporção é de 30%/70% na App Store, da Apple). É necessário pagar uma taxa de 100 dólares na inscrição.

Há aplicativos para os mais diversos fins no serviço: gerenciamento de documentos, produtividade, administração de projetos, finanças, agendamentos, marketing, vendas, entre outros. Todos se integram, de alguma forma, aos serviços existentes no Google Apps, como Gmail, Calendar e Docs. Depois de comprado, o aplicativo pode ser instalado facilmente, como poucos cliques.

A ideia parece ser muito interessante. Resta apenas saber se será bem recebida pelos clientes do Google Apps. Para o sucesso da iniciativa, a combinação de ferramentas úteis mais preço acessível será essencial.

Referência: Official Google Blog.

2 comentários em “Google Apps ganha loja de aplicativos”

  1. Será que o InfoWester poderia ajudar a nós leitores, informando no rodapé de cada artigo publicado, se o site em questão ou se o programa em questão, também é oferecido na versão em português? Neste caso do Google Apps, eu e os milhões de brasileiros que não entendem inglês vamos fazer o quê com estes serviços oferecidos? Nada…
    Grato pelas urgentes providências,
    Vic

  2. Vic, obrigado pela sugestão. Sempre que possível, tomarei esse cuidado. Apenas gostaria de ressaltar que, mesmo colocando a informação de idioma na notícia, isso não fará diferença alguma se o serviço/programa não estiver em português. Nesses casos, quem não sabe inglês – e não se esforça para tentar compreender alguma coisa – continuará não podendo fazer nada com esses serviços…

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