Em defesa do termo “internauta”

Se você é assinante do Boletim AntiVírus ou lê este blog com alguma freqüência, já deve ter visto o termo “internauta” em alguns dos textos. Essa palavra não existe no idioma português (na verdade, em nenhuma língua), mas passou a ser utilizada para indicar uma pessoa que usa a internet.

O problema é que muita gente tem repulsa por esse nome, porém não vejo nenhum problema em utilizá-lo. Não acho que estamos cometendo um crime à língua portuguesa por utilizar essa palavra, simplesmente acredito que se trata de uma maneira mais informal de se referir aos usuários da internet.

É claro que para documentos mais sérios – uma monografia, por exemplo – o uso de “internauta” deve ser evitado. Em notícias ou em textos informais, apenas é bom evitar o uso do termo de maneira excessiva. No meu caso, utilizo tanto “internauta” como “usuário”.

Na minha opinião, de abominável, como este texto sugere, a palavra “internauta” só tem uma coisa: a implicância contra ela.

Emerson Alecrim





  • Considerando que o sufixo “nauta” vem de “náutico”, a partir do momento que utilizamos “navegar na internet”, pode-se dizer que quem “navega na internet” é um “internauta”. Assim como quem “navega nos astros” é um “astronauta” e quem “navega na Argo” é um “Argonauta”.

    Não vejo nada de pejorativo nisso e recomendo ao Caio Cesar, do texto linkado, uma diminuição de cafeína, ele está muito estressado.

  • Claudio Freitas

    Tenho a mesma opinião do Emerson e do Wilerson: o Caio Cesar está apenas implicando com o termo internauta. Incorporações de palavras estrangeiras e neologismos em um idioma sempre foi um fenômeno muito comum.
    Além da sugestão do Wilerson, quero sugerir ao Caio um convescote num parque ao ar livre.

  • Nossa, até parece q ‘internauta’ é palavrão…

  • Flávia

    Esse cara deve ser um novato na internet não é possível. Como pôde falar uma asneira dessas, a web é sim um lugar romântico e fantasioso e afirmar isso não é pejorativo,a web é democrática, tem espaço para todos e pelo fato de ser assim também pode, e por que não ?
    Ser profissional como tanto deseja o autor do texto, que maniqueismo desmedido. rs