Arquivos da categoria ‘Mobilidade’

2008
19
out

Live Mesh: seu desktop em qualquer lugar

Live MeshO fato de acompanharmos as novidades tecnológicas que nos chegam quase que diariamente tem como conseqüência o risco de pularmos alguma coisa que realmente merece atenção. É o que aconteceu comigo em relação ao Live Mesh, serviço que a Microsoft vem anunciando desde meados do semestre passado. No entanto, no último dia 14, fui convidado pelo Galileu Vieira, da Microsoft, para participar de um Backchannel sobre o assunto. Depois do evento, fiquei bastante interessado pelo Live Mesh, não apenas pelo o que o serviço é, mas também pelo o que poderá ser em futuro não muito distante.

Esse tal de Backchannel é uma espécie de apresentação on-line que pode ser acompanhada pela internet por qualquer pessoa que tenha convite. Os participantes podem debater sobre o assunto abordado ou fazer perguntas através de um chat (embora eu não tenha feito nenhuma pergunta, fiquei só assistindo :D ). Estavam presentes, por exemplo, o Rodrigo Ghedin, do WinAjuda e o Nick Ellis, do Digital Drops. A apresentação foi comandada por ninguém menos que Angus Logan, um dos grandes nomes por trás do Live Mesh.

Bom, e o que é esse tal de Live Mesh? Pois bem, imagine o seguinte: você acaba de tirar uma foto sua a partir de uma webcam e a salvou no desktop do seu PC. No dia seguinte, você se dá conta de que esqueceu de guardar essa foto em seu e-mail ou em seu pendrive e repara que, no momento, o único dispositivo à sua disposição é o seu telefone celular. Seria ótimo se você pudesse visualizar aquela foto ali mesmo, no celular, não? Só que você a esqueceu no desktop do seu PC…

Esse é apenas um exemplo de um problema que o Live Mesh pode eliminar. Em poucas palavras, trata-se de uma plataforma cujo objetivo é permitir ao usuário fazer com que os seus dispositivos - PC, notebook, telefone celular, Mac, entre outros - trabalhem de forma sincronizada, como se todos compartilhassem do mesmo desktop, formando assim a sua rede particular no Mesh (anel do Mesh), onde todos os dados atualizados ficam, na verdade, armazenados na “nuvem”, isto é, na internet. Com isso, ao gerar uma imagem através de sua webcam, por exemplo, você poderá torná-la imediatamente disponível a qualquer outro dispositivo que tenha acesso a essa rede.

Em um PC, por exemplo, o Live Mesh, depois de instalado, disponibiliza um atalho para as suas pastas no serviço ao lado dos ícones convencionais do sistema operacional, como mostra a tela abaixo (janela Meu Computador, do Windows XP). Você pode manipular o conteúdo dessa pasta como se estivesse trabalhando com qualquer outra já existente no computador:

Pasta do Live Mesh
Pasta do Live Mesh

Pastas do Live Mesh na Área de Trabalho
Pastas do Live Mesh na Área de Trabalho

Repare que os ícones que representam as pastas do Live Mesh estão na cor azul, assim fica fácil diferenciá-las. Um detalhe interessante é que, se você criar outra pasta dentro desta, o programa permitirá que você defina o seu local de acesso, que por padrão é a Área de Trabalho, mas é possível indicar outro diretório. Voltando ao exemplo da imagem do início do texto, bastaria então salvá-la na pasta Fotos (supondo que você criou uma pasta com esse nome no Live Mesh), acessível pela Área de Trabalho. Daí, qualquer outro computador que estiver fazendo parte do anel de sua conta no Mesh poderá acessar esse conteúdo seguindo o mesmo caminho, como se ambos dividissem a mesma pasta.

Mas a proposta do Live Mesh é a de ser muito mais que um sincronizador de arquivos e pastas - Angus Logan tratou de deixar isso claro em sua apresentação. A idéia é a de que você possa ter acesso fácil aos seus arquivos, mas também utilizar recursos comuns no seu dia-a-dia (agenda, mapas, notas, visualizadores de mídia, etc). Você poderá também compartilhar determinadas informações com amigos, permitindo inclusive que eles façam alterações. Você tomará conhecimento de cada item modificado ou de cada atividade em sua conta através do item News, existente tanto na interface Web quanto no aplicativo de desktop do Live Mesh.

Ah, eu não falei sobre essas versões, né? Pois bem, até o momento, o Live Mesh conta com um pequeno aplicativo que pode ser instalado no Windows (XP ou Vista). Depois que isso é feito, o programa fica disponível ao lado do relógio do sistema. Ao clicar nele, uma janela ligeiramente semelhante ao Windows Live Messenger (antigo MSN Messenger) aparecerá. Esta conta com três botões: News, Devices e Active Folders. O primeiro item, conforme já explicado, relata as atividades em sua conta. O segundo item mostra o status de todos os dispositivos que você utiliza no Mesh. Por sua vez, a terceira opção exibe as suas pastas ativas.

Janela do aplicativo do Live Mesh
Janela do aplicativo do Live Mesh

Como já dito, a intenção da Microsoft é a de permitir que você acesse o seu conteúdo de qualquer dispositivo. Prova disso é que, enquanto eu escrevia este texto, a empresa trabalhava na criação de aplicativos específicos para Mac e para Windows Mobile. Ótimo, então quem usa Linux ou outro sistema fica de fora, não é? Fica, mas também não fica. Explico: ainda não é o ideal, mas para esses casos, a Microsoft disponibiliza uma versão Web, acessível por um navegador de internet. Essa opção também é útil para quando você precisa acessar sua conta no Live Mesh em computadores públicos (como os de uma faculdade ou de uma lan house). Na imagem abaixo, eu estou acessando minha conta no Live Mesh através do Firefox do meu Eee PC, que utiliza sistema operacional Xandros Linux:

Acessando o Live Mesh no Eee PC através da interface Web
Acessando o Live Mesh no Eee PC através da interface Web

Também merece destaque uma funcionalidade que já está disponível no Live Mesh, mas que ainda precisa de alguns ajustes: o acesso remoto a um dispositivo que faz parte do anel do Mesh. Nos meus testes, acessei o PC que no Mesh chamo de ALECRIM2 a partir do computador ALECRIM1 (sim, quando o aplicativo do Mesh é instalado na máquina, ele pede que você lhe atribua um nome). Para isso, na janela do Mesh, basta ir em Devices, escolher o disposito a ser acessado remotamente e clicar em Connect to Device. Aqui, o acesso ocorreu de forma lenta, mas isso é compreensível, afinal, estamos falando de um serviço em estágio inicial de desenvolvimento.

Acessando um PC remotamente através do Live Mesh
Acessando um PC remotamente através do Live Mesh

Sim, embora o projeto do Live Mesh tenha cerca de 2 anos, o serviço ainda está nos primeiros passos. Em um futuro próximo, a intenção é a de que a plataforma permita o uso de variados aplicativos, se torne plenamente acessível por vários meios (não apenas em dispositivos, mas também em sites ou redes sociais) e que possibilite recursos para que desenvolvedores não ligados à Microsoft criem ferramentas que incrementem ainda mais o serviço. Neste último caso, será possível criar funcionalidades através de Java, Python, Ruby on Rails, entre outras linguagens.

Por enquanto, o Live Mesh trabalha essencialmente com sincronização e compartilhamento de arquivos, além da opção de acesso remoto. Até o fechamento deste texto, o serviço estava disponível de maneira limitada apenas a usuários dos EUA, no entanto, algumas pessoas conseguem acessá-lo de outras localidades mudando as opções regionais de seu Windows para o inglês americano. Com isso, basta acessar o site do Live Mesh, fazer logon com uma conta Windows Live ID (quem usa Windows Live Messenger ou  Hotmail, já a tem), definí-la como sendo dos EUA (é possível fazer isso no link anterior) e ir em Add Devices no site do Mesh para baixar o instalador da plataforma para o seu sistema operacional (se você não fizer isso, somente conseguirá utilizar o Live Mesh pelo navegador de internet). Por ora, a Microsoft está oferecendo 5 GB de espaço gratuito para armazenamento de dados no serviço. Ainda não há qualquer previsão de lançamento para o Brasil ou para outros países, mas é possível que isso ocorra já em 2009.

Interface Web do Live Mesh
Interface Web do Live Mesh

Se o Live Mesh fará sucesso? Eu não sei, mas ao menos os seus objetivos são promissores. Em um “futuro ideal”, quando tivermos acesso rápido e de qualidade à internet nos mais variados dispositivos, acessar os seus arquivos e aplicativos em qualquer lugar será rotina. Imagine, por exemplo, tirar uma foto a partir de seu telefone celular e o dispositivo, sozinho, enviá-la à sua pasta virtual. Ou, então, imagine poder ouvir as suas canções preferidas no carro durante uma viagem simplesmente acessando o seu diretório de músicas a partir do painel do veículo. Empolgante, não?

É claro que ainda falta muito para o Live Mesh chegar a esse nível. O serviço, até por estar em estágio inicial, se limita a poucos dispositivos, exige o Silverlight (tecnologia ainda pouco adotada) para poder ser utilizado a contento na Web, oferece poucos recursos (porém, o mais importante, o de sincronização de arquivos, funciona bem) e, naturalmente, levanta em usuários mais experientes questões referentes à privacidade e à segurança de seus dados. Todavia, uma das etapas mais importantes de projetos que visam ser relevantes às pessoas é o seu início, e o Live Mesh começou muito bem ;)

Saiba mais sobre o Live Mesh nos seguintes links:

- Live Mesh (site oficial);
- Live Mesh - Team Blog;
- Angus Logan’s Blog.

Deveremos ter mais notícias do serviço no evento Professional Developers Conference 2008 (PDC), que acontece entre os dias 27 e 30 de outrubro de 2008, em Los Angeles, EUA.

Emerson Alecrim

2008
11
out

Livros, vídeos, internet e outras aplicações para celulares já são rotina no Japão

Uma pessoa entra em um trem, senta no primeiro banco vazio que encontra, pega o seu telefone celular e… Começa a ler uma história?! É, talvez seja uma cena muito incomum aqui no Brasil, mas há tempos que isso acontece no Japão, e não estou falando de um pequeno grupo de pessoas que baixa arquivos em PDF da internet para acessá-los em seus dispositivos móveis, estou falando de milhões e mais milhões de japoneses que leêm obras especialmente preparadas para telefones celulares.

Celular no Japão: 1001 utilidadesUma das mais famosas dessas literaturas se chama Koizora (algo como “céu de amor”) e, para ser sincero, não é o tipo de leitura que me agradaria: é um conto romântico que envolve adolescentes e tal. É um tipo de literatura popular, e faz muito sucesso no Japão, tanto é que já foi lida por 25 milhões de pessoas, virou mangá e até filme.

Koizora, no entanto, é apenas um pequeno exemplo do que os japoneses entendem de aplicação para telefone celular. Além de ler livros, boa parte dos japoneses usa o seu aparelho para acessar a internet, jogar, tirar fotos, aprender idiomas, escutar música, acompanhar notícias e, claro, falar com outras pessoas.

Bom, aí você me diz: “mas o meu celular também é capaz de fazer tudo isso”. E eu não duvido. O problema é que, ao contrário do Japão, o Brasil (e vários outros países, para dizer a verdade) não conta com uma estrutura que faça com que tenhamos o telefone celular como um verdadeiro meio de entretenimento e informação. Lá, os abundantes investimentos em tecnologia e a economia favorável (mesmo em época de crise) permite a qualquer indivíduo ganhar dinheiro fazendo vídeos, sites e até contos melosos específicos para celular. Por aqui, a única coisa que atinge as massas e dá algum retorno financeiro expressivo são os ringtones. Com sorte, alguns joguinhos também.

Será que um dia a gente chega lá? Acredito que sim, mas no que depender da boa vontade do governo brasileiro e das nossas ilustres operadoras de telefonia celular, teremos um longo, penoso e cansativo caminho pela frente…

Referências: El País, The New York Times. Imagem: Mobile Mentalism.

Emerson Alecrim

2008
29
jul

HD externo da Samsung: feito para mulheres

Quando um gadget qualquer é lançado, dificilmente sua descrição informa que aquele é um produto direcionado ao público masculino, o que dá a entender que serve tanto para homens, quanto para mulheres. Por conta disso, quando um dispositivo qualquer é voltado a um público específico, é necessário que fique evidente a característica que justifica tal definição. É o caso de um protótipo de HD externo da Samsung desenhado para mulheres.

Muitos fabricantes utilizam tons de rosa ou desenhos “graciosos” para deixar claro que determinado produto foi feito para o público feminino. Essa estratégia é boa, mas pode não agradar mulheres que preferem gadgets de aspecto mais sofisticado ao invés de produtos com aparência “menininha”. O tal do protótipo da Samsung é um HD externo de 2,5″ que tem como alvo justamente esse tipo de mulher: o dispositivo tem curvas leve, é quase todo preto e tem a parte frontal brilhante. Combina perfeitamente com os kits de maquiagem que toda mulher leva na bolsa. Numa primeira olhada, nem parece um HD, mas sim uma caixinha de… maquiagem!

HD externo Samsung
Imagem por Yanko Design

HD externo Samsung
Imagem por Yanko Design

Esse HD foi desenhado por Joongoo Lee, que fez o serviço completo e desenhou também uma base para o aparelho. Resta saber agora se a Samsung vai lançá-lo no mercado. Para ser sincero, não sei se vale a pena. O simples fato de ser um produto direcionado ao público feminino não quer dizer que as mulheres sairão correndo para comprá-lo. De qualquer forma, não deixa de ser uma idéia interessante :)

Referência: PCLaunches, Yanko Design.

Emerson Alecrim

2008
25
jul

M912: O mini-notebook, ou melhor, o mini-Tablet PC da Gigabyte

Ok, se todo mundo está lançado um mini-notebook (sub-notebook ou, ainda, netbook, como você preferir), por que a Gigabyte não pode fazer o mesmo? E ela fez e deu o nome M912 à sua linha de pequenos portáteis. Só que se engana quem pensa que essa linha é apenas mais um mero concorrente do Asus Eee PC…

Pelo menos por enquanto, a linha M912 é composta por três modelos:

- M912V: processador Intel Atom N270 1,6 GHz, 1 GB de memória RAM, HD de 160 GB, tela LCD de 8,9″ sensível ao toque e com resolução de 1280×768, Bluetooth e sistema operacional Windows Vista Home Basic;

- M912X: processador Intel Atom N270 1,6 GHz, 1 GB de memória RAM, HD de 160 GB, tela LCD de 8,9″ sensível ao toque e com resolução de 1280×768, Bluetooth e sistema operacional Windows XP Home;

- M912M: processador Intel Atom N270 1,6 GHz, 1 GB de memória RAM, HD de 160 GB, tela LCD de 8,9″ sensível ao toque e com resolução de 1024×600, e sistema operacional Windows XP Home.

Nada mal, não? Além do processador, da memória e do HD, em comum, esses portáteis têm as seguintes características: 3 entradas USB, leitor de cartões de memória, conector VGA, porta Ethernet, conexão wireless 802.11b/g, webcam de 1,3 megapixel, conectores para fone e microfone, saídas de áudio, slot Express Card, bateria de 4 células (4500 mAh) e peso de 1,3 quilo.

Gigabyte M912

Apesar de ter uma configuração generosa, o que mais chama a atenção nos modelos dessa linha é mesmo a tela LCD. Além de ser sensível ao toque e ter alta resolução, essa tela é giratória (com rotação de até 180º), fazendo com que os portáteis sejam usados não só como mini-notebooks, mas também como “mini-Tablets PC”.

De todos os mini-notebooks que vi por aí, a linha M912 é uma das que mais me agradaram. Sua configuração é generosa, seu principal diferencial - a tela - pode ser útil em várias aplicações e o visual dos portáteis é sóbrio, sem causar aquela impressão de “notebook de brinquedo”. Mas, tudo na vida tem um preço, não é mesmo? Segundo o site Engadget, o modelo M912V tem valor sugerido de 656 dólares, o M912X, de 620 dólares, e o M912M, de 556 dólares. Caro, mas quem comprar terá feito uma ótima aquisição, não duvido.

Referências: Gigabyte, Engadget.

Emerson Alecrim

2008
09
jul

Mini-review: Nimbuzz - comunicação integrada via PC, celular e redes sociais

No final de junho (2008), tive a oportunidade de conhecer mais detalhes das atividades da Nimbuzz, graças a um convite enviado pela própria empresa. Para quem não sabe, os serviços da Nimbuzz são gratuitos e permitem ao usuário acessar sistemas de mensagens instantâneas (Windows Live Messenger, Google Talk, Yahoo! Messenger, AOL Instant Messenger, entre outros), compartilhar arquivos, realizar conferências e utilizar recursos de voz, tudo de maneira integrada entre o computador, o celular e rede sociais.

Para utilizar esses recursos, é necessário ir ao site do Nimbuzz e baixar um software para PC. Depois de instalado, o usuário visualizará uma janela por onde pode-se fazer login no serviço ou criar uma conta. Neste último caso, uma mensagem contendo um link de validação será enviado ao e-mail cadastrado. Feito isso, basta se logar no programa e configurar os seus dados para participar da rede do Nimbuzz e/ou inserir suas informações de login dos programas de mensagens instantâneas que você utiliza. Logo em seguida, será possível interagir com os seus contatos em uma única interface, independente do serviço de comunicação.

Comunicação instantânea via Nimbuzz

Nimbuzz via celularNote que todas essas e outras funcionalidades podem ser utilizadas através de um telefone celular. Para isso, o usuário deve entrar no site da Nimbuzz (ou acessar o endereço http://get.nimbuzz.com de seu telefone) e clicar no link de download para celular, onde pode-se escolher o arquivo apropriado ao seu aparelho. Com essa possibilidade, o Nimbuzz se mostra como uma opção interessante para quem deseja uma maneira simplificada de utilizar recursos de mensagens instantâneas e serviços relacionados em seu celular. É possível fazê-lo tanto por WiFi, caso o aparelho seja compatível, quanto pela rede de telefonia celular, neste último caso, sujeito à tarifação convencional da operadora.

O terceiro foco dos serviços da Nimbuzz são as redes sociais, e esse é um ponto que eu achei muito interessante. É possível inserir widgets (pequenos aplicativos) em páginas do Orkut (que vai permitir isso muito em breve através do OpenSocial), Facebook, MySpace, Flickr, Friendster, LinkedIn, etc, em seu blog e até no rodapé de seus e-mails. As pessoas que visualizarem esses widgets em sua página poderão te enviar uma mensagem, começar um bate-papo, iniciar conversa por voz, entre outros. Para utilizar essa funcionalidade, basta acessar o site da Nimbuzz, clicar em “Postar um widget” e, na página correspondente, personalizar seu widget escolhendo os serviços desejados e cores. O widget abaixo (talvez não visível para quem acessa esse post via RSS) é um exemplo e você pode testá-lo enviando mensagens a mim.

download Nimbuzz Mobile

É claro que nem tudo é perfeito. Para um serviço que já está funcionamento oficialmente no Brasil, é conveniente oferecer aos usuários interfaces em português, inclusive no contrato, durante o processo de instalação. Por enquanto, a única opção de idioma é o inglês. Além disso, ainda não há opção de instalação do programa em Mac OS X e em Linux. Para esses casos, por enquanto a Nimbuzz oferece uma interface Web. Ainda, o suporte ao usuário não é lá essas coisas e precisa melhorar muito. Os widgets nem sempre carregam na velocidade esperada e, por fim, há muitos aparelhos celulares que ainda não são compatíveis - o iPhone é um deles.

É importante ressaltar, no entanto, que a Nimbuzz promete solucionar esses detalhes, assim como pretende lançar novos recursos em breve. A empresa, de origem holandesa, acabou de chegar ao Brasil (começou a operar por aqui no final de maio de 2008) e oferece um serviço que tem (quase) tudo para agradar aqueles que, até por uma questão de organização, precisam de ferramentas que integram e permitam acesso fácil aos seus serviços mais utilizados na Web, especialmente via telefone celular.

Se este é o seu caso, está dada a dica!

PS: antes que alguém diga alguma coisa indevida - porque isso meio que está virando moda por aqui - não, a Nimbuzz não me pagou para falar sobre os seus serviços, tampouco me pediu para escrever sobre isso na apresentação que fez. Resolvi publicar esse post porque fui convidado a conhecer os serviços da empresa, testei, gostei do que vi e achei que poderia ser interessante aos leitores do site. Simples assim.

Emerson Alecrim