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Arquivos de março de 2009
2009
31
mar

Enciclopédia Microsoft Encarta será descontinuada. Só agora?

EncartaEu lembro que conheci a enciclopédia Microsoft Encarta em uma propaganda que veio dentro da caixa do Windows 98 (sim, eu comprei o Windows 98 original, portanto, vou para o céu). Achei a proposta do programa muito atraente, especialmente porque via nele um jeito mais eficiente de fazer meus trabalhos escolares. No entanto, já nessa época, eu comecei a utilizar a internet pra valer, então logo perdi o interesse pela Encarta.

Recentemente, a Microsoft anunciou que sua enciclopédia será descontinuada. Isso deve acontecer no final de outubro de 2009, exceto no Japão, cuja data de encerramento será o último dia do ano.

Não é difícil entender os motivos. Hoje, uma rápida pesquisa no Google é capaz de proporcionar respostas para (quase) tudo, sem contar que os primeiros resultados não raramente levam para alguma página da Wikipedia.

Por conta disso, eu fiquei surpreso ao saber do fim da enciclopédia Encarta. Calma, explico: eu pensava que a Microsoft já tinha entendido o recado e havia descontinuado esse produto há tempos! Foi uma surpresa do tipo “ué, você não havia morrido?”. Bom, pelo menos agora eu sei que vai morrer mesmo, não que eu estivesse desejando isso, é bom que se saiba… :)

Referência: Ars Technica.

Emerson Alecrim

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2009
29
mar

Símbolo do Linux deixa de ser, temporariamente, um pinguim

Linus Torvalds anunciou recentemente a tão aguardada versão 2.6.29 do kernel Linux, que deverá fazer parte das distribuições Linux mais recentes. Muitas novidades estão presentes nesta versão, entre elas:

- Suporte melhorado para WiMAX;
- Suporte para novos dispositivos Wi-Fi;
- Compatibilidade com os sistemas de arquivos Btrfs e SquashFS;
- FastBoot, um recurso capaz de reduzir o tempo de boot.

A lista completa com os novos recursos pode ser acessada aqui. Há, no entanto, uma novidade inusitada no kernel 2.6.29: o Tux, pinguim que representa o Linux, foi trocado por um diabo-da-tasmânia que recebeu o nome de Tuz! Calma, o Tux não foi aposentado, apenas “tirou umas férias” por um motivo nobre.

Tuz
Tuz

O que acontece é o seguinte: uma doença transmissível que causa tumores faciais está afetando gravemente a população de diabos-da-tasmânia. Para ajudar os trabalhos de preservação dessa raça, a comunidade Linux fez leilões para arrecadar fundos durante a última edição do linux.conf.au, evento que acontece na Austrália. Em um deles, decidiu-se substituir, temporariamente, o Tux por um um diabo-da-tasmânia que tenta se disfarçar de pinguim, o Tuz.

Diabo-da-tasmânia
Diabo-da-tasmânia

Bacana, não? Considero a iniciativa tão louvável quanto às decisões do Google de mudar seu logotipo para destacar datas importantes ou para prestar homenagens. E se alguém já estiver sentindo falta do Tux, não precisa se preocupar, o pinguim deve “voltar das férias” na próxima versão do kernel.

Para saber mais detalhes da história, clique aqui. No link, é possível até ver Linus Torvalds fazendo a barba de Bdale Garbee, que já foi um importante colaborador da distribuição Debian. Sim, essa tarefa também foi consequência de um leilão… :D

Referência: DistroWatch. Imagens por Save the Tasmanian devil.

Emerson Alecrim

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2009
25
mar

Fim de festa: Last.fm deixará de ser gratuito

Há tempos que eu deixei de ouvir rádio. E não foi por nenhum ideal politicamente correto do tipo “desligue o rádio e vá ler um livro”. Simplesmente abandonei as FMs da vida porque com cada vez mais frequência tocavam músicas que eu não gostava. Além disso, com o advento da internet, eu passei a ouvir as bandas que “eu gostava e sequer conhecia”. E o Last.fm contribuiu para isso.

Eu uso o Last.fm essencialmente como um recurso para descobrir bandas pouco conhecidas. Para essa finalidade, funciona melhor que o MySpace, na minha opinião. No entanto, conheço gente que usa o serviço quase que diariamente, não só pelas músicas em si, mas também como ferramenta de interação social, já que o Last.fm permite adicionar amigos, fazer recomendações de músicas, divulgar abertamente sua lista de reprodução e outras coisas do tipo.

Bye, Last.fm

Imagino eu que, por estar de olho nesses usuários “fieis”, o Last.fm decidiu arriscar e passará a cobrar 3 euros por mês pelo seu serviço de transmissão de músicas pela internet, exceto para os felizardos que moram nos Estados Unidos, no Reino Unido ou na Alemanha. Para os usuários assíduos de outros países, talvez valha a pena pagar, afinal, não se trata necessariamente de um valor alto. Mas, para os usuários menos frequentes, como eu, optar pelo “foi bom enquanto durou” talvez seja melhor.

Para falar a verdade, estava até demorando para isso acontecer. Não acho que a decisão tenha a ver com a crise econômica do momento, mas sim com a pressão de gravadoras e artistas. Acontece que, para transmitir as músicas, o Last.fm precisa pagar, e muito provavelmente o serviço não está conseguindo receita suficiente com publicidade, com possível exceção nos países citados no parágrafo anterior.

Para a geração internet, cujo lema é “nós não vamos pagar nada, lálálálá”, a notícia pode parecer uma tremenda sacanagem, mas ao menos essa é uma atitude mais simpática do que simplesmente fechar o serviço ao resto do mundo, como fez o Pandora

Referência: Blog Last.fm.

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2009
24
mar

Intel: a marca “Pentium” ainda é mais forte que “Core”

Uma nota divulgada no site Fudzilla (que nome, heim?) afirma que Zene Ball, diretor de marketing da Intel, declarou recentemente que a marca Pentium ainda é mais forte que a marca Core no mercado. Segundo Ball, a marca Centrino é outra com bastante fama.

Na verdade, eu meio que já sabia disso. Já cansei de ver gente falando “Pentium” quando deveria falar “Intel”. No exemplo mais recente, uma pessoa me disse que tinha acabado de comprar um PC com processador “Pentium Core 2 Duo”. Já vi até gente falando “Pentium Celeron”…

Intel Pentium 4
Pentium 4 – Imagem por Intel

Para ser sincero, acho que a Intel deu uma de esperta ao escolher a marca Core. Pelo menos entre os usuários mais leigos, essa denominação vez ou outra causa uma confusão que, dependendo do ponto de vista, pode ser positiva. Quando alguém fala, por exemplo, que tem um processador “dual core”, isto é, um processador com dois núcleos, muita gente pensa que essa expressão é também uma marca. Nestes casos, certamente há confusão de “dual core” com Core Duo ou com Core 2 Duo. E o que pode haver de positivo nisso? Que, independente do erro, será sempre uma marca da Intel que estará em evidência.

Como Pentium realmente “pegou”, seria então o caso de a Intel dar sequência à marca lançando as versões V, VI e assim por diante? Creio que não. Apesar da confusão que algumas pessoas fazem, as linhas Core estão vendendo bem, obrigado, e vai levar mesmo algum tempo para as pessoas entenderem a marca Pentium como algo do passado, um claro sinal do quão bem sucedida a Intel foi com os produtos que levam esse nome. Será que a marca Core vai conseguir esse feito? Esperemos uns 5 anos para ver :)

Emerson Alecrim

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2009
21
mar

Dica: site mostra todas as fontes instaladas em seu computador

Ao tentar encontrar no Google o endereço de um site de fontes que não guardei, acabei esbarrando no flipping typical. O que esse site faz é muito simples: exibe em uma única página amostras das fontes que estão instaladas em seu computador. Assim, fica mais fácil escolher qual fonte utilizar em determinados trabalhos.

Ao acessar o site, você pode digitar qualquer palavra ou frase onde está escrito “flipping typical”. Ao fazer isso, cada fonte mostrada será exibida usando o conteúdo que você digitou:

flipping typical

Muito bacana, não? Eu adoro encontrar sites assim, que se baseiam em uma ideia absurdamente simples e, ao mesmo tempo, bastante útil ;)

Emerson Alecrim

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2009
18
mar

Dell Adamo: fino, caro, bonito, caro, sofisticado e caro

O início da semana começou bem para os geeks de plantão: A Dell lançou a primeira versão do Adamo, até o momento, o notebook mais fino do mundo! Mas, esse não é o seu único atrativo: o produto é deveras elegante também!

De acordo com a Dell, Adamo é uma palavra latina que significa “apaixonar-se”. A marca servirá para indicar uma linha de produtos da empresa que combina sofisticação, personalização e tecnologias atuais.

Dell Adamo
Dell Adamo: magrinho, magrinho…

A versão mais básica do Dell Adamo chega ao mercado com a seguinte configuração: processador Intel Core 2 Duo ULV de 1,2 GHz, 2 GB de memória RAM DDR3, unidade SSD de 128 GB, tela LCD de 13,4″ com retro-iluminação por LED e resolução de 1366×768 pixels, chip gráfico Intel X4500, webcam de 1,3 megapixels, Bluetooth, Wi-Fi (802.11n), Display Port, teclado com iluminação interna, bateria com cerca de 5 horas de duração, três portas USB 2.0 (sendo uma combinada com eSATA), conectores de áudio, peso de 1,81 quilo, dimensões de 331 mm x 242 mm x 16,39 mm, e case tipo peça única feita de alumínio.

Nada mal, não? Só não gostei do processador, que embora ajude na economia de energia, pode prejudicar o desempenho do equipamento em aplicações mais pesadas. Além disso, não gostei da ausência de uma porta HDMI, apesar de haver um adaptador para essa entrada que é plugada no conector Display Port. Ah, e tem também o chip gráfico: não poderiam colocar um menos básico para uma máquina desse porte, não?

Mas, problema mesmo é o preço (bom, ao menos é problema para mim): nos EUA, o preço inicial do Dell Adamo é de 1.999 dólares, mas no Brasil não sairá por menos de 8.999 reais. Para quem preço não é empecilho, o Dell Adamo estará disponível em dois modelos: Pearl (perolado) e Onyx (preto). E, sim, definir qual deles é o mais bonito também é um problema…

Dell Adamo Pearl
Dell Adamo Pearl

Dell Adamo Onyx
Dell Adamo Onyx

Mais informações nos sites oficiais do produto: www.adamobydell.com (inglês) e www.adamobydell.com.br (português do Brasil).

Referência e imagens: Dell.

Emerson Alecrim

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2009
17
mar

Evite a propagação de vírus por pendrive com o Panda USB Vaccine

Conforme informei aqui no início de 2008, a disseminação de vírus por pendrives, cartões de memória e outros dispositivos removíveis alcançou um nível preocupante. Em computadores de lugares públicos, como escolas e universidades, esse tipo de praga virtual virou “epidemia”. Felizmente, determinadas ferramentas podem evitar estragos maiores. É o caso do USB Vaccine, da Panda Security.

O programa é gratuito e tem cerca de 400 KB. O que ele faz é muito simples: se o usuário pressionar o botão Vaccinate computer, o programa impedirá que arquivos autorun.inf existentes em pendrives, CDs, DVDs, entre outros, sejam executados na máquina.

Se, por outro lado, o usuário inserir um dispositivo móvel no computador, como um pendrive ou um cartão de memória, e pressionar o botão Vaccinate USB, o programa renomeará o arquivo autorun.inf da unidade (se encontrar um) e colocará outro no lugar, só que vazio e protegido contra alterações.

Panda USB Vaccine

E como é que isso ajuda a evitar a disseminação de vírus e afins? Muito simples: praticamente todas essas pragas digitais executam automaticamente quando um dispositivo contaminado é inserido na máquina porque há instruções para isso no arquivo autorun.inf. Com o botão Vaccinate computer, o PC é configurado para ignorar esse arquivo. Por conta disso, o vírus que estiver no dispositivo não será executado, portanto, não contaminará a máquina. O lado ruim é que o usuário terá que ir em Meu Computador (ou Computador, no Windows Vista) toda vez que quiser acessar um dispositivo removível. Se o usuário quiser reverter essa configuração, basta clicar no mesmo botão, que assume o nome Remove vaccine depois de acionado pela primeira vez.

No caso do botão Vaccinate USB, a proteção é ainda mais simples: como eu disse, essa opção cria um autorun.inf em branco e protegido dentro do dispositivo. Isso significa que, ao ser inserido em uma máquina contaminada, o dispositivo poderá até ser contaminado, mas como o autorun.inf está protegido contra gravação, a praga não conseguirá inserir informação nenhuma no arquivo, portanto, sua execução automática será impedida. Note que, por conta dessa proteção, só é possível remover o arquivo autorun.inf formatando o dispositivo ou eliminando-o através de um sistema operacional que não seja Windows.

O USB Vaccine oferece soluções paliativas, eu sei, mas que quebram um galho, especialmente para quem tem um número significativo de máquinas para administrar e não pode gastar dinheiro com soluções mais efetivas. Para obter detalhes do programa e fazer download, o link é este aqui. Vale frisar que o USB Vaccine não requer instalação, basta clicar nele para executá-lo ;)

Emerson Alecrim

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2009
10
mar

Livro “Startup” mostra como começaram empresas como Apple, Adobe e PayPal

Livro StartupO livro Startup, de Jessica Livingston, foi lançado no Brasil no finalzinho de fevereiro de 2009 e eu terminei de ler minha cópia hoje. Para quem se interessa pelo mundo dos negócios, especialmente quando envolve tecnologia, é uma leitura pra lá de recomendável!

No livro, a autora entrevista fundadores e co-fundadores de várias empresas, sendo que a maior parte delas começou na condição de startup e depois foi comprada por companhias maiores. Eis a lista de entrevistados:

- Steve Wozniak, co-fundador da Apple;
- Mike Lazaridis, co-fundador da RIM, fabricante do BlackBerry;
- Sabeer Bhatia, co-fundador do Hotmail, empresa posteriormente adquirida pela Microsoft;
- Evan Williams, co-fundador do Blogger.com, serviço adquirido pelo Google;
- Tim Brady, primeiro funcionário contratado do Yahoo!;
- Craig Newmark, fundador do site craigslist;
- Caterina Fake, co-fundadora do Flickr, que foi comprado Yahoo!;
- Charles Geschke, co-fundador da Adobe;
- Blake Ross, criador do navegador Firefox;
- Bob Davis, fundador da Lycos;
- Max Levchin, co-fundador do Paypal;
- Mitchell Kapor, co-fundador da Lotus Development, atualmente controlada pela IBM;
- Steve Perlman, co-fundador da WebTV, comprada pela Microsoft;
- Mark Fletcher, fundador do Bloglines, serviço adquirido pela Ask Jeeves;
- David H. Hansson, sócio da 37signals;
- Paul Buchheit, criador do Gmail.

Todos os depoimentos são bastante interessantes. Na maioria, é possível extrair pelo menos duas lições importantes: é realmente necessário gostar muito do que você faz para o seu negócio dar certo, só assim você terá ânimo para superar os problemas e tomar decisões ousadas; é necessário, muita, mas muita dedicação, inclusive em finais de semanas e datas festivas, se necessário.

Mas, também é curioso notar quantos dos citados negócios surgiram por acaso e como boa parte deles surgiu como uma solução desenvolvida para atender as necessidades do próprio criador, para só depois virar produto ou serviço.

Como disse no início, Startup é um livro para quem se interessa pelo mundo dos negócios, mas na minha opinião, também é uma leitura indicada para quem simplesmente tem curiosidade em saber como surgiu alguns dos empreendimentos mais famosos da internet.

Startup tem 287 páginas, foi lançado pela Agir Editora e seu ISBN é 8522009945. O livro tem preço sugerido de 44,90 reais, mas pode ser encontrado por menos em algumas livrarias. Está dada a dica ;)

Emerson Alecrim

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2009
08
mar

PlayStation 3: quando mais é menos

Programar para o PlayStation 3 (PS3) é difícil. É o que disse Shaun Himmerick, produtor do jogo Wheelman, da (quase falida) Midway. A afirmação foi dada no episódio 27 do podcast This Xbox Life, quando Himmerick fala da dificuldade de desenvolver jogos para o PlayStation 3 em comparação a outras plataformas.

“A resposta politicamente incorreta é que o PS3 é uma ‘grande dor de cabeça’* (para os desenvolvedores)”. Shaun Himmerick.

*Na realidade, ele usou uma expressão muito mais pesada…

A queixa, na verdade, não é novidade. Vários desenvolvedores já criticaram a dificuldade de programar jogos para o PS3, em especial Gabe Newell, da Valve (produtora da franquia Half-Life), que teria dito até que o console da Sony é um “verdadeiro desastre”.

PlayStation 3De acordo com a CNET News, diante das críticas, Kaz Hirai, executivo que comanda a divisão de entretenimento da Sony, rebateu as manifestações negativas dizendo que sua empresa não fornece a desejada “facilidade de programar para o PS3″ porque, com isso, ninguém conseguirá explorar todo o potencial do hardware do console.

Mas isso não é o pior: o PS3 foi planejado para ter um tempo de mercado estimado em 10 anos. Fazendo alusão a isso, Hirai completou sua resposta com a seguinte questão: “se for mais fácil programar para o PS3, o que os desenvolvedores farão nos 9,5 anos restantes?”

Não dá para ser mais arrogante, não? Oras, se desenvolver jogos para uma determinada plataforma é mais difícil do que para outras, é de se esperar que as “mais fáceis” sejam prioridade, mesmo porque o nível de complexidade de programação pode resultar em custos maiores – um pecado nesta época de crise. Além disso, os consoles concorrentes atuais – Nintendo Wii e Microsoft Xbox 360 – estão tendo vendas muito boas, o que significa que os jogos disponibilizados para essas plataformas estarão disponíveis a um número maior de pessoas.

E tem mais: se os desenvolvedores têm dificuldade maior para programar para o PS3, a consequência será a de que muitos jogos para a plataforma não explorarão todo o potencial do console, uma vez que tal façanha certamente exige um tempo maior de desenvolvimento. Já dizia o velho ditado: “tempo é dinheiro”…

O resultado final é esse: na teoria, o PlayStation 3 pode oferecer muito mais, mas na prática, oferece menos. E isso é simplesmente um banho de água fria em quem topa desembolsar mais dinheiro para ter um PS3 (o console é o mais caro do mercado) na expectativa de ser compensado com jogos que façam jus à plataforma…

Referência: CNET News.

Emerson Alecrim

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2009
06
mar

Dell Studio Hybrid agora com opção de capa em couro

Quem acompanha o Blog InfoWester deve lembrar de um review que fiz aqui da linha Dell Studio Hybrid. Gostei do equipamento especialmente por seu tamanho reduzido (até 80% menor que um PC convencional), por seu design original e pela possibilidade de trocar de visual através de capas.

Até então, a Dell oferecia seis opções de capas coloridas e mais uma feita de bambu, sendo esta última a que mais me agradou:

Dell Studio Hybrid

Recentemente, a Dell passou a oferecer mais duas opções de capas: couro marrom e couro preto:

Dell Studio Hybrid em couro

Interessante, não? Não cheguei a ver essas capas pessoalmente, mas ao menos em foto me parecem muito bonitas! O único problema é o preço desse item: no Brasil, o Studio Hybrid está disponível a partir de 1.899 reais, mas quem quiser a capa em couro terá que desembolsar mais 145 dinheiros…

Referência e imagens: Dell

Emerson Alecrim

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