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Arquivos de março de 2008
2008
31
mar

Os telefones celulares do futuro, sob a óptica de seu inventor

Martin Cooper sonhava com o dia em que as pessoas poderiam fazer ligações telefônicas usando aparelhos móveis. Em abril de 1973, Cooper conseguiu dar o primeiro passo para que essa idéia maluca se tornasse realidade: numa esquina de Manhattan (EUA), realizou a primeira chamada telefônica a partir de um aparelho que, hoje, entendemos como sendo um telefone celular.

Depois de 35 anos, Cooper vê a tecnologia que criou fazendo sucesso crescente no mundo todo. Mas, isso não o deixa satisfeito. Para ele, o telefone celular tem potencial para ter muito mais utilidade do que tem hoje. Visionário, Cooper espera que, daqui a 15 ou 20 anos, os telefones celulares possam ser implantados no corpo das pessoas. Isso mesmo, no corpo! E tem mais: uma de suas idéias mais inusitadas é a de que a tecnologia sirva também para monitorar a saúde de cada usuário, fazendo com que seja possível enviar os dados colhidos a um médico para que este, quando necessário, faça um diagnóstico e indique o tratamento, tudo pelo celular. Cooper vai mais longe: os telefones implantados poderiam aproveitar a energia do próprio corpo humano, fazendo com que as limitações do consumo elétrico dos telefones móveis atuais sejam eliminadas.

Martin Cooper tem, atualmente, 79 anos. Talvez a idade já esteja pesando em suas idéias, mas neste ponto é bom lembrarmos que muitas das coisas que existem hoje eram, no início, projetos puramente malucos! E Cooper sabe que sua idéia é quase impossível de se tornar algo real:

“O problema não é a tecnologia, são as pessoas. As pessoas são muito conservadoras”, disse.

Referência: Guardian.co.uk.

Emerson Alecrim

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2008
29
mar

Adobe Photoshop Express – um mini Photoshop online

A Adobe lançou esta semana sua nova ferramenta: o Photoshop Express, uma versão online do programa de edição de fotos mais famoso do mercado.

Destinado ao público comum, que quer fazer pequenas modificações em fotos mas não pretende aprender a operar o Photoshop, a ferramenta – gratuita – oferece 2GB de espaço para as imagens, além de recursos como redimensionamento, ajuste de brilho, retoque de olhos vermelhos, além da possibilidade de alterar somente uma cor na foto, deixá-la em preto e branco (ou com apenas uma cor destacada), distorcer uma parte da imagem, entre outras brincadeiras que todo mundo adora fazer com as fotos =)

Assim como no Photoshop tradicional, a ferramenta guarda um histórico das alterações na imagem, mesmo depois que você sai do sistema. Assim, você pode desfazer quantas alterações quiser se o resultado final não ficou bom.

O site, que exige a versão 9 do Flash Player instalada, demora um pouco para carregar no login, mas depois disso funciona bem. A interface é intuitiva, muitas tarefas podem ser realizadas apenas arrastando e soltando o mouse, e ainda é possível compartilhar as fotos (por enquanto o site só aceita imagens em jpeg) e as galerias no seu blog, por exemplo. Só senti falta de poder acrescentar texto à imagem, recurso que provavelmente estará disponível em breve.

Claro que ele não possui nem um décimo dos recursos do Photoshop tradicional, mas para o usuário comum, que quer apenas brincar com algumas fotos, é uma ferramenta muito interessante, especialmente pela integração com outros serviços de compartilhamento de fotos, como o Photobucket, o Facebook e o Picasa.

Erika Sarti

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2008
28
mar

Desenvolvedores gritam: largem o Internet Explorer 6.0!

Antes de começar a redigir este texto, consultei o relatório de acessos do InfoWester para o mês atual (março de 2008). Ele mostrou que 72,82% dos usuários que visitaram o site neste mês utilizavam o navegador Internet Explorer, contra 25,12% que utilizavam o Mozilla Firefox. Desses 72,82%, um total de 53,89% faziam uso da versão 6.0 do navegador, contra 45,51% que já atualizaram para a versão mais recente, a 7.0. Essas estatísticas mudam de site para site, mas indicam que ainda há muita, mas muita gente navegando na Web com o Internet Explorer 6.0. Acredite, há quem esteja prestes a entrar em pânico por causa disso…

Uso do IE no InfoWester

Em resumo, o que acontece é que o Internet Explorer 6.0 (IE 6.0) é um navegador antigo e desatualizado. Isso o torna menos apto a funcionar em sites que utilizam recursos mais avançados e que executam a contento apenas em navegadores recentes. O problema é que o número de usuários do IE 6.0 ainda é tão grande, que não há como ignorar esse fato. Ou os desenvolvedores Web quebram a cabeça tentando desenvolver aplicativos que funcionam em todos os navegadores – inclusive no IE 6.0 (sério, isso dá um trabalho…) – ou correm o risco de perder uma boa parcela de usuários.

Diante desse dilema, um grupo absolutamente desesperado de webmasters, webdesigners e afins passou a apoiar a recém-criada campanha Save The Developers (Salvem os Desenvolvedores). A idéia é muito simples: o usuário comum pode ajudar simplesmente utilizando um browser atual. Por sua vez, um administrador pode inserir um código em JavaScript em seu site que sugere ao usuário migrar para um navegador mais recente (Firefox, Opera, Safari ou Internet Explorer 7.0) ao detectar que ele utiliza o IE 6.0.

Save The Developers!

A intenção é nobre, mas a tarefa é pra lá de difícil. Quando o Internet Explorer 6.0 foi lançado, muita gente utilizou por um bom tempo as versões antigas do navegador (na verdade, até hoje aparece por aqui gente que utiliza o IE 5.0 ou o IE 5.5). O mesmo está acontecendo com a mudança do IE 6.0 para o IE 7.0. A migração é lenta porque muitos usuários são leigos o suficiente para se preocupar apenas em acessar a internet, não importa como. Para eles, esse papo de atualização é um assunto chato, desinteressante e até complicado demais!

Assim, nobres amigos desenvolvedores, tenho minhas dúvidas se campanhas do tipo ajudam em algo. A melhor solução, infelizmente, ainda é continuar quebrando a cabeça e xingando a mãe do Bill Gates…

Referências: Mouse.cl, SaveTheDevelopers.

Emerson Alecrim

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2008
27
mar

O que a Seagate fará se a era dos HDs chegar ao fim?

Se comparados a outros dispositivos de um computador, os discos rígidos (HDs) são grandes e pesados. Até mesmo os modelos de dimensões reduzidas podem ser considerados “pequenos trambolhos”. Por outro lado, os HDs se apresentam como um dos dispositivos com melhor relação custo-benefício ao usuário, afinal, com o passar do tempo, armazenam cada vez mais dados, sem, no entanto, aumentar o seu preço. Hoje, é possível encontro discos rígidos de 500 GB pelo preço que se pagaria por um HD de 80 GB em um passado não muito distante.

HD gigante do Metrô de São PauloApesar disso, já é possível encontrar algumas discretas evidências que indicam que a era dos HDs pode estar chegando ao fim. É claro que, se esse final estiver mesmo para acontecer, não será dramático e não ocorrerá da noite para o dia. Pelo contrário, será um processo longo e demorado, tal como o é o da troca dos monitores CRT por monitores LCD. Bom, se é para ser assim, que tecnologia tem chances de tomar o lugar do disco rígido? Uma que atende pela sigla SSD, de Solid State Disk.

SSDs são dispositivos que, em geral, utilizam chips de memória Flash ao invés de discos magnéticos para armazenar dados. É, basicamente, o mesmo tipo de tecnologia utilizado em cartões de memória ou em MP3-players, por exemplo. Por não contarem com partes móveis, terem tamanho reduzido, consumirem menos energia e serem silenciosos, os dispositivos SSDs estão se tornando cada vez mais comuns, sendo até possível encontrá-los em alguns modelos de laptops, como uma versão do MacBook Air e a linha de sub-notebooks Asus Eee PC.

O problema é que os dispositivos SSDs ainda não podem ser tão generosos em sua capacidade de armazenamento da mesma forma que os tradicionais HDs são atualmente. Isso se deve, principalmente, ao fato das memórias Flash serem absurdamente caras. Assim, ou o usuário compra um dispositivo com SSD, mas com baixa capacidade de armazenamento ou escolhe um produto similar, mas generoso em seus gigabytes por contar com discos rígidos.

A segunda opção, naturalmente, tem sido a escolha mais comum, e tal situação garantirá ao HD o seu reinado por um longo tempo. Por outro lado, os principais nomes por trás das tecnologias SSD – entre eles, Intel, Samsung e SanDisk – podem iniciar uma verdadeira guerra de preços. A Seagate, maior fabricante de HDs do mundo, sabe disso e já está fazendo planos para as batalhas. Não, não, a reação não virá de seus laboratórios de pesquisa, mas de seu departamento jurídico: conforme consta nessa matéria do blog Big Tech, da CNN, Bill Watkins, CEO da Seagate, anunciou que a empresa pensa em processar os fabricantes de produtos SSD, caso esse tipo de dispositivo se torne popular. A acusação a ser feita é a de que essas companhias estão infringindo patentes da Seagate que estabelecem como dispositivos de armazenamento se comunicam com os demais componentes de um computador.

Convenhamos, se isso ocorrer, será uma atitude para lá de desesperada, não? A Seagate pode até levar algum dinheiro com isso (coisa que eu duvido), mas nada que compense o que ela deixará de ganhar se os HDs se tornarem coisa do passado. Alguém precisa avisar Bill Watkins de que ele deve agir de outra forma, fazendo sua empresa atuar em outros segmentos ou até mesmo fabricar dispositivos SSD, por que não? É aquela velha história: se não pode vencê-los, junte-se a eles…

Referência: Big Tech CNN.

Emerson Alecrim

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2008
26
mar

DFD’08: Dia da Liberdade dos Documentos

DFD'08Recebi por e-mail a informação de que acontece hoje, dia 26 de março de 2008, o evento Dia da Liberdade dos Documentos – DFD’08 (Document Freedom Day). Segundo os organizadores, trata-se de um evento de cunho internacional e que, no Brasil, irá ocorrer oficialmente em 16 cidades, entre elas, São Paulo, Vitória, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, Brasília, Curitiba e Belém. A lista completa de cidades participantes pode ser encontrada nesta página.

A idéia do evento, como o nome sugere, é a de promover e incentivar a adoção de documentos baseados em padrões livres, especificamente os formatos ODF, mostrando principalmente as suas vantagens e os motivos para utilizá-los. A iniciativa conta com o apoio de várias entidades importantes, tais como IBM, Red Hat, Sun Microsystems, ODF Alliance e Free Software Foundation Europe.

Para maiores informações, visite o site oficial do DFD’08 ou a página preparada pelo pessoal da Iniciativa Espírito Livre.

Emerson Alecrim

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2008
23
mar

A curiosa história do site donotreply.com

ArrobaUm blog do jornal Washington Post publicou no dia 21 de março de 2008 a curiosa história do site donotreply.com. Começando do começo: muitos sites e serviços na internet enviam e-mails automáticos a seus usuários para confirmar cadastros, para informar senhas esquecidas, para anunciar novidades, para emitir avisos, enfim. Como, em geral, esses e-mails não devem ser respondidos, seu remetente conta com endereços como noreply@nomedosite.com, que indica que o usuário deve procurar outra forma de entrar em contato com o emissor. No entanto, alguns sites também usam algumacoisa@donotreply.com, sem saber que o domínio donotreply.com existe e tem dono.

Se você ainda não entendeu as conseqüências disso, eu explico: muitas pessoas que recebem e-mails automáticos não entendem que essas mensagens não devem ser respondidas e – adivinhe! – acabam respondendo. O problema é que, se o indivíduo responde um e-mail cujo remetente é algumacoisa@donotreply.com, a mensagem não vai ser recebida pela empresa responsável pela emissão do e-mail, mas sim por quem administra o domínio donotreply.com. Acredite, isso acontece bastante!

O dono desse domínio se chama Chet Faliszek, e ele o registrou em 2000, quando procurava um endereço diferente para um serviço de e-mail com o qual trabalharia (é o que ele diz). No início, ao perceber que muitas empresas utilizavam o domínio donotreply.com pensando que este não existia, Faliszek se preocupou em adverti-las sobre o equívoco. Muitas dessas empresas, no entanto, ameaçaram processá-lo. Faliszek decidiu, por conseqüência, parar de notificá-las e criar um blog para mostrar as respostas mais curiosas que recebia. À empresa envolvida em cada mensagem publicada, Faliszek dá a opção de remover o conteúdo mediante o pagamento de um valor. Segundo ele, o dinheiro arrecadado é todo doado a uma ONG que cuida da proteção de animais.

As mensagens que Faliszek recebe por conta de respostas a e-mails @donotreply.com são as mais variadas possíveis. Muitas dessas respostas são acompanhadas de informações sigilosas, como senhas e dados de serviços bancários. Um exemplo crítico mencionado pelo Washington Post é o do banco Yardville National (atualmente, PNC): Faliszek recebeu mensagens direcionadas a essa empresa que incluía arquivos em PDF que detalhavam cada computador do banco que não havia recebido atualizações de segurança, um prato cheio para hackers e criminosos virtuais.

Essa história toda levanta questões importantes e polêmicas. Para começar, evidencia o fato de que muitas organizações investem pesado em procedimentos e sistemas de segurança, mas falham em detalhes simples. Em seguida, vem a questão da ética e do bom senso: até que ponto a decisão de Faliszek de divulgar determinadas mensagens é correta? O fato de ser necessário pagar um valor para uma empresa ter um conteúdo que a envolve removido não é um tipo de extorsão? Faliszek está tirando proveito da ignorância alheia ou mostrando que até atitudes que parecem insignificantes podem atingir proporções imensas? Afinal de contas, quem é o mocinho e quem é o bandido dessa história toda?

Não sei e, para ser sincero, não quero saber, mas o recado está dado: povo, preste atenção ao responder e-mails! Administradores de sites, não vacilem! Nas mensagens que não devem ser respondidas, deixe isso claro e, mais importante ainda, utilize um remetente baseado em seu domínio, pois acredite: mesmo que o seu aviso esteja escrito em letras garrafais, ainda vai ter gente que vai clicar em Responder sem pensar duas vezes uma única vez…

Referências: Digg, Washington Post.

Emerson Alecrim

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2008
22
mar

Google Code University: conteúdo gratuito para desenvolvedores

O Google surgiu dentro dos muros da Universidade de Stanford, EUA, mas até hoje preserva características que lembram – de perto – o meio acadêmico. Uma de suas mais recentes iniciativas deixa isso bem claro: estou falando do Google Code University, um site criado dentro do Google Code, que disponibiliza, gratuitamente, conteúdo para desenvolvedores.

Dentro do Google Code University, é possível encontrar vídeos, apresentações e textos sobre AJAX, segurança, sistemas distribuídos, C++, Java, Python, MySQL, entre outros. Todo esse conteúdo, salvo quando informado o contrário, é disponibilizado sob uma licença Creative Commons, portanto, pode ser usado em outros sites, em aulas, em trabalhos acadêmicos, etc. O site ainda permite fazer buscas diretamente no conteúdo oferecido por grandes universidades, tais como MIT, Stanford e Columbia.

Para alguns, há o empecilho de que todo o conteúdo oferecido está no idioma inglês. No entanto, vale a pena dar uma olhada mais demorada no site. Há materiais muitos bons por lá e que certamente podem acrescentar conhecimento a desenvolvedores, sejam eles novatos ou experientes ;)

Referência: Google Code Blog.

Emerson Alecrim

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2008
18
mar

Como seria o Mario na vida real

Você já imaginou como seria o Mario (não o do armário, aquele da Nintendo mesmo) se ele fosse, por assim dizer, de “carne e osso”? Se não, saiba que uma mente geniosa (ou que não tinha o que fazer) teve a idéia de te poupar desse trabalho. O resultado é a imagem abaixo:

Mario de

Impressionante, não? Essa trabalho incrível foi feito com o Photoshop CS2 pelo autor do blog pixeloo (nesse link é possível ver a imagem em tamanho maior), que também pretende fazer uma versão “real†do Homer Simpson. Alguém duvida que ele consegue?

Referências: Digg, pixeloo.

Emerson Alecrim

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2008
14
mar

Aviso: possível atraso no atendimento por e-mail

InfoWesterO InfoWester estará passando por uma troca de sua plataforma de e-mails entre hoje e amanhã (14 e 15 de março de 2008). Durante esse período, é possível que nós não tenhamos acesso à sua mensagem, mas isso não significa que ela não será entregue, apenas chegará com atraso à nossa caixa de entrada.

Caso tenha necessidade de contato urgente conosco durante esse período, excepcionalmente, será possível me contatar diretamente pela página www.ealecrim.net/contato. No entanto, devo ressaltar que dúvidas técnicas não são esclarecidas por e-mail. Para essa finalidade, peço que utilize o Fórum InfoWester.

A mudança de plataforma permitirá que tenhamos maior agilidade no atendimento por e-mail, uma vez que possibilitará, por exemplo, que os colaboradores do InfoWester acessem suas caixas de entrada a partir de dispositivos móveis. Além disso, nossas mensagens ficarão centralizadas, fazendo com que o atendimento considere um possível contato anterior.

Por fim, ressalto que, durante esse período, o InfoWester continuará no ar. A mudança é interna e afeta apenas nosso serviço de e-mail.

Obrigado pela atenção :)

Emerson Alecrim

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2008
11
mar

Asus MS71: mouse sem fio e drive USB

Embora fabrique produtos variados, como notebooks, monitores LCD e placas de vídeo, a Asus é mais conhecida por suas linhas de placa-mãe, mas a empresa parece determinada a se tornar referência em outros segmentos. Em parte, já conseguiu cumprir esse objetivo com o sucesso estrondoso do Eee PC e, desde então, vem anunciando alguns produtos diferentes. Um dos mais recentes é tão, por assim dizer, “estranho”, que talvez não passe de um conceito: o Asus MS71, um dispositivo USB que funciona como uma mistura de mouse sem fio com drive de memória Flash e que foi exibido no evento CeBIT 2008.

Asus MS71

Sim, esse dispositivo se parece com um isqueiro ou mesmo com um tubo de batom, mas como mostra a imagem acima, ele se divide em dois e, quando isso ocorre, a parte maior passa a ser usada como mouse sem fio (note que há até um botão de rolagem). A parte menor fica encaixada em uma porta USB e serve, basicamente, para orientar a transmissão do sinal ao mouse. Como já dito, esse dispositivo também pode ser usado como drive de memória Flash, embora nada tenha sido informado sobra sua capacidade de armazenamento.

É evidente que o foco do Asus MS71 são os usuários de computadores portáteis que, eventualmente, precisam de um mouse, mas necessitam carregar a menor quantidade possível de equipamentos consigo. Assim, esse dispositivo acaba atuando como um “quebra-galho”, razão pela qual os aspectos ergonômicos foram ignorados para dar lugar à praticidade do transporte.

Ainda não se sabe quando e se a Asus vai mesmo lançar o MS71 no mercado.

Referência: Newlaunches.com.

Emerson Alecrim

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