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Arquivos de abril de 2006
2006
30
abr

Mozilla anuncia os ganhadores do concurso Firefox Flicks

A Mozilla Foundation iniciou há algums meses o Firefox Flicks, concurso onde os internautas devem produzir um vídeo de 30 segundos promovendo o navegador Mozilla Firefox. O prêmio para o ganhador é de 5 mil dólares.

Após muitos e interessantes vídeos, o site Firefox Flicks divulgou hoje o campeão do concurso, o segundo e o terceiro colocado, além de dois participantes que receberam uma menção especial pelo número de indicações:

Vencedor: Peter Macomber – Vídeo “Daredevil” (ver abaixo);

2º Colocado: Jeff Gill – Vídeo “Wheee!”;

3º Colocado: Andrew N. Green – Vídeo “Fox Fever”.

Destaques: Danny Robashkin com “This is Hot” e Chris Wedding com “Give Me the Soap”.

Os vídeos vencedores são muito bons, mas é justo Daredevil ser o primeiro. Simplesmente genial!

Para ver mais detalhes e outros vídeos,  clique aqui.

Emerson Alecrim

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2006
29
abr

Grid Computing Brasil

Através de uma lista de discussão da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), tomei conhecimento do site Grid Computing Brasil. Trata-se de um projeto iniciado pelo professor Mario Dantas, da Universidade Federal de Santa Catarina, autor do livro Computação Distribuída de Alto Desempenho: Redes, Clusters e Grids Computacionais.

O site foi criado para servir como meio de troca de informação a respeito de assuntos como clusters, grids (computação em grade), entre outros. Para quem já estuda ou quer estudar computação de alto desempenho, visitar esse endereço é uma boa idéia, pois nele há artigos, dicas de livros, links, datas de eventos, entre outros.

O Grid Computing Brasil foi lançado há poucos dias, mas se receber grande colaboração, terá tudo para ser uma ótima referência sobre a área no Brasil.

Emerson Alecrim

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2006
28
abr

Nintendo Revolution agora é Nintendo Wii

A Nintendo anunciou nesta quinta-feira (27/04/2006) o nome definitivo do seu próximo console (que até então era chamado de “Nintendo Revolution”): Nintendo Wii. Conforme a explicação da empresa, Wii faz referência à palavra inglesa “we” (pronuncia-se “uí”) – em português, “nós”. As letras “ii” foram usadas para, entre outras coisas, enfatizar o encontro de duas pessoas e para fazer alusão a dois controles do console, de acordo com a Nintendo.

Previsto para ser lançado no último trimestre deste ano, o Nintendo Wii concorrerá com o Microsoft Xbox 360 (já no mercado) e com o Sony PlayStation 3, previsto para ser lançado no início do segundo semestre de 2006.

Nintendo Wii

Só é uma pena os produtos citados não serem lançados oficialmente no Brasil. Isso ocorre pelo risco de pirataria e pela alta carga tributária brasileira, que elevaria consideravelmente o preço dos consoles no país.

Mais informações aqui.

Referência: Mundo Estranho.

Emerson Alecrim

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2006
27
abr

Executivo do Google vem ao Brasil para tratar dos problemas do Orkut

David C. Drummond, vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo e Conselheiro Jurídico do Google, esteve em Brasília nesta quarta-feira (26/04/2006) para comparecer à audiência pública que trata de denúncias de crimes realizados no Orkut. O procurador Sérgio Gardenghi Suiama acusou o Google de ser a única empresa que não colabora com as autoridades brasileiras na investigação de crimes realizados na internet. De acordo com Drummond, todas as informações referentes ao Orkut ficam armazenadas na Califórnia, EUA, e a filial brasileira da empresa não controla esse serviço. Isso significa que o Google responde às leis americanas e que o fornecimento de dados de maneira imediata pode ser considerada ilegal nos Estados Unidos – daí a não colaboração à maneira que a Justiça brasileira requisita.

O Google divulgou uma nota na tarde desta quarta-feira em que confirma a existência de falhas no gerenciamento de usuários no Orkut e promete medidas para colaborar com a investigação de crimes cometidos através do site. Veja algumas:

- A empresa fornecerá às autoridades brasileiras dados de usuários que cometeram infrações, desde que as solicitações sejam razoáveis e feitas de maneira legal;
- O Google poderá manter dados de acesso de usuários por 90 dias (prorrogáveis por mais 90 dias) caso o Ministério Público solicite;
- A empresa também fornecerá dados como endereço IP e informações cadastrais do usuário mediante solicitação do Ministério Público;
- A companhia também poderá fazer denúncias de pedofilia ao Centro Nacional de Crianças Desaparecidas e Exploradas, quando identificar a existência desse problema.

Cerca de 8 milhões de brasileiros usam o Orkut e as denúncias de crimes cometidos neste site – principalmente racismo e pedofilia – aumentaram consideravelmente. No entanto, não há, até o momento, uma solução que consiga acabar de vez com esses problemas, o que indica que essa novela está longe de ter fim.

Referências:

Estadão
IDG Now

Emerson Alecrim

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2006
25
abr

Intel anuncia vPro, sua nova estratégia para o mercado corporativo

Assim como fez ao criar a marca Centrino - linha de processadores com recursos wireless integrados – e mais recentemente o Viiv para computadores voltados ao entretenimento, a Intel anuncia uma linha de produtos voltado ao mercado corporativo: trata-se do vPro, marca que representará a integração de recursos de gerenciamento de energia, segurança e outros a processadores da empresa.

De acordo com a Intel, computadores equipados com o vPro serão capazes de facilitar o controle de inventário e de softwares instalados, por exemplo, além de permitir que a equipe de TI descubra rapidamente quando uma máquina necessita de reparos, mesmo que em nível de software.

A Intel prevê que já no segundo semestre de 2006 empresas como Dell, HP e Lenovo oferecerão equipamentos com o novo produto.

Mais informações sobre o vPro podem ser encontradas aqui.

Referência: IDG Now.

Emerson Alecrim

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2006
25
abr

Orkut: a solução é seu fim?

De maneira geral, os internautas brasileiros adoram o Orkut. Seja para reencontrar e manter contato com conhecidos, seja pela facilidade com a qual é possível encontrar pessoas com gostos semelhantes, o Orkut só não caiu no esquecimento – como o Google Base – pela utilização em massa dos brasileiros.

No entanto, desde a explosão de sua popularidade, o Orkut se mostra como uma “dor de cabeça” ao Google: lentidão, bugs, suporte precário e, mais recentemente, a onda de atos considerados criminosos, especialmente pedofilia e racismo.

Aos poucos o Orkut vai sofrendo melhorias, mas os problemas continuam – se sai um, entra outro. Mesmo assim, o Google insiste em mantê-lo. Para quê? Certamente há alguma forma de explorar o serviço para obter algum retorno financeiro, mas como? O Orkut certamente nunca vai fazer tanto sucesso em outro países, então qual as razões para mantê-lo?

Não sei, só sei que o Google tem seus motivos. A solução mais fácil para se livrar das dores de cabeça que o Orkut causa é acabando com o serviço, mas a empresa tem gente contratada para agir justamente ao contrário. Se é assim, é bom o Google se apressar. Do jeito que a coisa anda, se alguém ameaçar outra pessoa nesse site, é o Orkut que levará a culpa e, diante de tantos escândalos, usuários com bom senso usarão menos o site, não por um determinado problema em si, mas pela soma de fatores, tais como as questões ligadas à privacidade, o risco de alguém sofrer ataques através de comunidades ou scraps, a idéia de “território sem lei”, enfim.

O que o Google precisa fazer não é só criar ferramentas que permitam identificar os problemas, mas passar a “falar” mais com os usuários, para que estes saibam que tem alguém olhando suas atividades e que o Orkut não é uma “terra sem leis”. Se o Google começar a agir nesse sentido, muita coisa vai mudar e o Orkut talvez ainda se salve de um fim trágico. Os problemas se destacam mais que as virtudes. Por isso é bom evitá-los.

Emerson Alecrim

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2006
22
abr

Blogosfera brasileira em debate… nos blogs!

Nos últimos dias muitos blogs brasileiros abordaram sua situação, isto é, a situação da “blogosfera brasileira“. Dos pontos levantados em todos os posts que li, os que mais se destacaram, na minha opinião, foram:

- Qualidade dos blogs;
- Falta de comentários (relevantes);
- Comentários não respondidos;
- Falta de comunicação entre os blogs;
- Falta de leitores (o Brasil é um país que não gostar de ler);
- Desconhecimento de termos como Technorati, trackback, etc.

A discussão é tão grande que não pude me manter alheio, mesmo considerando que trato o InfoWester e o Blog InfoWester como uma coisa só. Mas é importante refletir sobre as questões levantadas, até porque trata-se de algo que é interessante não só a blogueiros, mas também aos leitores, o que em muito sou. Então, segue minha opinião sobre os pontos que destaquei:

Qualidade dos blogs: ao meu ver, existem dois tipos de blogs: os especializados e os diários, sendo que cada uma das categorias tem suas sub-divisões. Nos especializados estão blogs que se focalizam em uma determinada área, como medicina, padrões da Web, esportes, jornalismo, etc. Nos diários estão os blogs de pessoas que relatam o seu dia-a-dia.

Não vejo nenhum dos tipos com preconceito, já que participo dos dois com o Blog InfoWester (este em que vos escrevo) e com o Ponto de Vista, meu blog pessoal. A questão da qualidade entra em cena quando se analisa o quão relevante é o conteúdo do blog, independente do seu tipo. Os blogs especialistas costumam ser mais interessantes porque atraem a atenção de pessoas ligadas à área tratada e seus donos costumam tratar os assuntos relacionados com conteúdo inédito ou com orientações importantes.

Por sua vez, os blogs diários precisam atrair a atenção pela habilidade do blogueiro em tratar dos assuntos abordados. Por exemplo, leio com freqüência o blog de um estudante de medicina, pela forma ímpar em que ele relata sua rotina, inclusive na faculdade.

A questão é que muitos ainda vêm os blogs como uma frescura de adolescente, como uma simples evolução dos antigos diários pessoais e não enxergam que os blogs são a manifestação clara do direito (e dever) de ouvir e ser ouvido. Não há maneira melhor das pessoas mostrarem o que viram ou têm de importante e relacionar indivíduos ou grupos com interesses semelhantes.

A qualidade de um blog pode ser então determinada por quão interessante são os assuntos abordados, pela forma com a qual o blogueiro escreve e por características que são importantes às pessoas também em outras situações, como criatividade, conhecimento, inovação, bom senso, ética, entre outros.

Falta de comentários (relevantes): não sei dizer o que faz as pessoas comentarem em um post, mas sei que existem diversos tipos de leitores e isso pode influenciar nessa questão. No InfoWester já identifiquei o “leitor platéia”, que simplesmente gosta de ler as novidades de um site ou de um blog e começa a ficar preocupado quando a próxima atualização demora a ocorrer. Esse é um tipo de leitor que gosta de ficar quieto no seu canto ou que simplesmente acha que não tem nada de importante a dizer. Sinceramente, não acho isso um problema.

Há também o “leitor participativo”, que gosta de se envolver, que acha válido dar sua opinião e que, através disso, pode até criar um blog. Esse é o tipo que mais comenta, que lê com atenção e que não vê problema nenhum em posts longos.

Também já identifiquei o “leitor preguiçoso”, que chegou ao blog/site por acaso, talvez fazendo uma busca no Google, e faz uma pergunta não relacionada ao post pensando que este trata do assunto que ele procurava, sem ao menos ler o texto na íntegra. É o tipo que pede um convite para o Orkut quando o blog faz uma citação a esse serviço, por exemplo.

Felizmente, os primeiros dois tipos de leitores são os mais freqüentes, pelo menos aqui no InfoWester. Na verdade, não me preocupo com a quantidade de comentários, mas sim com a qualidade deles. Quando eles são bons, acaba-se tendo uma troca de experiências e acho que isso é o que interessa.

Comentários não respondidos: esse problema atinge mais o site InfoWester em geral do que o Blog InfoWester em si, tanto que já comentei sobre isso. O problema de responder os comentários é que:

- Muitas vezes o comentário não é relacionado ao post;
- A resposta está no próprio texto, o que indica que a pessoa não o leu;
- Muitas mensagens, pouco tempo para responder.

Esses probleminhas fazem com que seja necessário selecionar as perguntas mais relevantes e respondê-las. Além disso, muitas perguntas podem ser melhor respondidas em fóruns, locais ótimos para isso. É uma pena que nem sempre o leitor percebe isso. Mas, pelo menos no meu caso, tento atender a todos, todavia reconheço que é impossível.

Falta de comunicação entre os blogs: esse, na minha opinião, é problema mais complexo, pois podem haver várias divergências. A principal é sobre a falsa concorrência. De fato, muitos sites brasileiros se tratam como concorrentes. Não é regra, mas se vejo um site que quase não aponta para outros, desconfio seriamente disso.

Há também de se considerar que muita gente só linka sites e blogs que realmente são bons. Eu, por exemplo, faço isso. Não tem nada pior do que linkar um site/blog e ver que ele tem conteúdo copiado, que parou de ser atualizado, que tem português ruim, que só abre no Internet Explorer, que exibe pop-ups, entre outros.

Acho que não é necessário ter um link para cada blog interessante, mas apontar para um blog quando este trata de um assunto que tem a ver com um post que você vai publicar é muito válido. Não linkar por achar que o outro blog é concorrente é besteira. No máximo, o leitor pode descobrir mais um blog para ler, ao invés de largar o primeiro. Se você se preocupa em passar um conteúdo bom em seu blog, não há o que temer.

Falta de leitores: de maneira geral, o Brasil é um país que lê pouco e isso também se reflete na internet. Há muito mais usuários de fotologs no país do que blogueiros. Mesmo assim, os leitores existem. No momento em que escrevia esse texto, o InfoWester tinha média de 10 mil visitas únicas por dia e dessas, pelo menos 400 são do Blog InfoWester, o que considero um número muito bom. Meu blog pessoal tem média de 700 visitas por mês e também não tenho do que reclamar.

Acho que a melhor forma dos blogueiros lidarem com a falta de leitores é definir uma coisa: para quem estou escrevendo? Quem eu espero que visite esse blog?

Pensando nisso, o blogueiro tem chances maiores de entender o que é necessário para atingir o público alvo. Por exemplo, alguém que escreve sobre medicina certamente atrairá a atenção de estudantes e profissionais da área, e possivelmente de outras pessoas, já que assuntos médicos são uma preocupação geral. Por outro lado, quem escreve sobre Linux terá um público mais restrito, que realmente se interessa pelo assunto. Não dá para esperar que qualquer internauta visite esse tipo de blog, já que o assunto tratado é muito específico e não interessa a todas as pessoas. Dessa forma, o blogueiro precisa se comunicar com pessoas do meio e divulgar seu trabalho em lugares apropriados. No caso de um blog sobre Linux, pode-se tentar, por exemplo, divulgar um texto no site BR-Linux. Se alguém gostar, vai acabar voltando ao blog.

Uma coisa que também acontece é de um blog ser interessante a um leitor, mas este não o conhece. Aí novamente entra em cena o tópico sobre os blogueiros se ajudarem.

Desconhecimento de termos como Technorati, trackback, etc: ao visitar um blog bem feito, muita gente se depara com termos como Technorati, trackback, tags, posts, entre outros. Boa parte não sabe o que cada nome significa.

A maioria dos brasileiros não tem acesso à internet e muito dos que tem a utilizam pouco, se limitando a ver e-mails ou a usar um site de busca vez ou outra. Quando muito, possuem um blog do tipo diário e logo o abandonam quando a brincadeira perde o ar de novidade.

Logo, os blogs acabam sendo conhecidos por aqueles que utilizam a internet com mais freqüência, o que acaba fazendo com que um usuário novo no assunto fique perdido ao entrar em um blog incrementado. Não raramente, esse usuário se sente um peixe fora d’água, acha que aquele site é coisa demais para ele e, ainda, pode acreditar que não será bem-vindo ali.

Por essa razão, prefiro deixar meus blogs com o visual mais simples e suave possível. Nota-se isso no InfoWester, no Blog InfoWester (que tem um dos templates mais simples que eu já vi) e no meu blog pessoal, que tem um visual bem limpo.

Também acho interessante que alguns blogs, não todos, colocassem um pequeno glossário com os termos que utilizam no blog em algum canto do site. Dessa forma, o usuário terá mais chance de encontrar o significado de algum nome se pesquisar em sites de busca.

Em tempo, segue o significado de cada termo que citei neste tópico:

- Technorati: um site especializado em blogs, capaz de listar e fazer buscas neles;
- Trackback: é um recurso que faz com que um trecho de um post de um determinado blog apareça como comentário no texto de outro, quando este último é citado pelo primeiro (deu pra entender?);
- Tags: são como apelidos para classificar os textos inseridos em um blog em categorias. Por exemplo, um texto que fala sobre trens pode receber as tags transportes, ferrovias, trilhos, etc. Ao clicar no link de qualquer dessas tags, o usuário encontrará o texto em questão;
- Post: é simplesmente o nome para um texto inserido em um blog. Por isso, quando alguém acaba de publicar algo, é comum essa pessoa dizer frases como “acabei de postar no blog”.

Conclusão: a comunidade blogueira do Brasil, ou simplesmente “blogosfera brasileira” existe, tem conteúdo de qualidade, tem criatividade e só não são reconhecidos lá fora pelo idioma português, já que isso impede os blogs de serem lidos por quem não conhece a língua.

Na minha opinião, o fato dos blogueiros pararem para discutir o assunto mostra o quão são cheios de boa vontade. Sinceramente, não lembro de ter visto uma mobilização como a que vi em abril de 2006 e acredito que disso sairão bons frutos. Isso porque até os blogueiros mais experientes decidiram refletir sobre o assunto. Eu também, embora não me considere da classe dos experientes. Vou tentar me comunicar com outros blogs, linkar mais, ser mais colaborativo de maneira geral.

A questão é que os blogs podem ser transmissores de conhecimento e de cultura. Quanto mais importantes eles ficarem – e isso só ocorrerá com reconhecimento – melhores serão. Você pode estar se perguntando: o quê os blogs têm de tão especial? Acontece que os blogs são uma forma de expressão de seus donos e eles podem e usam esse canal para transmitir conhecimento, grande parte dele oriundo de experiência. Quando falo de conhecimento, não me refiro apenas ao meio profissional e acadêmico. Falo de forma generalizada, abrangendo aspectos culturais (música, lazer, viagens, etc), filosóficos, entre outros.

Se é assim, vida longa aos blogs! Leia-os mais, faça um também! Viva ao direito de ouvir e ser ouvido – neste caso, de ler e de ser lido ;-) .

Referências para o assunto:

- blogbits.com.br/arquivo/blogbits-podcast-…;
- blog.fabioseixas.com.br/archives/2006/04/o_que_falta…l;
- www.contraditorium.com/2006/04/09/tio-me-da-um-link-eu-…;
- www.carreirasolo.org/archives/_os_tagueadores…;
- brunotorres.net/2006/04/19/minha-terra-tem-blogueiros-que…;
- blog.jonatasgardin.com/arquivos/2006/04/06/o-que-falta….

Emerson Alecrim

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2006
21
abr

Próximo Ubuntu: LiveCD e CD de instalação serão um só

Saiu no Planeta Ubuntu: a próxima versão da distribuição Linux Ubuntu – conhecida por Ubuntu Dapper Drake – terá o LiveCD* e o CD de instalação em uma mídia só. As versões anteriores do Ubuntu, incluindo a atual, são distribuídas usando um CD para cada tipo.

A principal vantagem de se ter ambos os tipos em um único CD está no fato do usuário poder testar a distribuição e, se gostar, poder instalá-la logo em seguida. Caso não goste ou simplesmente esteja fazendo um teste, basta continuar rodando o sistema operacional pelo CD. Além disso, a Canonical (empresa responsável pelo Ubuntu) reduzirá os custos do ShipIt, serviço onde qualquer pessoa pode pedir CDs do Ubuntu gratuitamente.

O Ubuntu Dapper Drake (Ubuntu 6.06) tem previsão de ser lançado em junho de 2006 e as expectativas são grandes. Eu, por exemplo, uso o Ubuntu há um ano e estou ansioso para experimentar as novidades da distribuição. Interessados em fazer isso podem testar as versões betas, disponíveis aqui.

Referência: Planeta Ubuntu Brasil

* LiveCD é uma distribuição Linux que permite executar o sistema operacional a partir do CD, sem necessidade de instalação ou de alteração dos dados do HD.

Emerson Alecrim

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2006
19
abr

eSnips

Quem tem o hábito de compartilhar arquivos com amigos sabe como é difícil encontrar um disco virtual com espaço ou um site de graça que não apague seus arquivos depois de 30 dias sem download. Essa semana eu descobri, por acaso, o eSnips, que junta disco virtual, fotolog, videolog e o esquema de classificação por tags do del.icio.us.

No 1 GB de espaço que ele oferece, você pode armazenar arquivos pessoais, compartilhar fotos e vídeos com um grupo de amigos ou ainda ter um site para publicar qualquer tipo de arquivo.

O eSnips ainda tem o o eSnips Uploader, uma ferramenta desktop que gerencia seus uploads. Tudo isso com fácil navegação e um visual super agradável.

Erika Sarti

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2006
19
abr

Você sabe o que é iCal?

Com o surgimento do Google Calendar, o uso de calendários eletrônicos pode se popularizar. Para quem vive cheio de compromissos ou simplesmente gosta de organizar sua tarefas, pode ser uma mão na roda. A vantagem de se utilizar um calendário desse tipo é a possibilidade de compartilhar eventos ou datas marcadas. Por exemplo, um estudante pode organizar em um calendário suas datas de provas e entregas de trabalho e, “se for bonzinho”, pode compartilhar esses dados com colegas de sala que também usam esse recurso.

As utilidades são diversas e uma forma de padronizar a criação de calendários como o do exemplo é o formato iCalendar, mais conhecido por iCal devido a um programa da Apple de mesmo nome que foi o pioneiro no uso dessa tecnologia. A vantagem do iCal é que ele é usado em uma série de serviços de calendários, o que desobriga os usuários de utilizarem a mesma ferramenta. Softwares como Evolution, Mozilla Sunbird e Outlook são exemplos de programas compatíveis.

Então, ao ver em um site um símbolo com o termo iCal, como , você já sabe que ali tem um calendário para alguma coisa, embora seja raro encontrar um endereço que ofereça isso. Por esse motivo, sugiro a visita à lista de calendários da iCalShare, onde você encontra dezenas de categorias, como feriados, filmes, música, esportes, ciência, entre outros. Eu, por exemplo, adicionei o calendário de corridas da Fórmula 1 2006 antes de escrever esse post (webcal://ical.mac.com/gbouch/F1_2006.ics).

Vale citar que todo calendário no formato iCal possui a extensão “.ics”. Para conhecer a especificação técnica do formato iCalendar, clique aqui (em inglês).

Emerson Alecrim

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